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11月2日 Nordeste - Alguns Números da Viagem
VIAGEM EM NÚMEROS
Saída da FreeWay/Br-290 45.222,0 km
Chegada em Avorada/RS 55.859,2 km
Total no velocimetro = 10.637,2 km
Incluindo a saída de Alvorada até FreWay/Br-290 ( 20km) e com o velocímetro quebrado ( 140 km)
Total geral percorrido = 10.797,2
Combustível
A média que a Falcon fez na estrada a uma média de 90/100 km/h foi de 20 km/litro
Pneus
Saída com um jugo novo de pneus. Trocado o pneus traseiro em São Roque/SP, com 54.694 km no
velocimetro ou 54.854 Km geral.
Pneu traseiro com piloto+bagagem totalizando 125kg durou 9.500 km
Pneu dianteiro durou a viagem toda e deverá durar até uns 13mil/km (dentro das normas de segurança)
Estados
24 estados percorridos
14 na repetidos(RS/SC/PR/SP/RJ/ES/BA/SE/AL/PE/PB/RN/CE/MG)
Nordeste 01/11/2008 - Festa surpresa Day After - 01/11/2008
Ontem, cheguei a Alvorada/RS, e ao final de minha viagem ao nordeste. e tive uma surpesa, pois minha mulher Ieda, preparou uma festa surpresa com meus sobrinhos e amigos. Fiquei muito feliz, pois além da festa, pude encontrar meus sobrinhos e amigos mais chegados.
Vários sobrinhos e amigos reunidos
Provavelmente futuros motociclistas reunidos
História não faltou para a noite
Pedrinho e Lucas
Soraya, Rei (esquerda) e Fabi (direita) Tio Cunha estava lá
Jorge e Julio (Camisa vermelha da Ferrari)
Vanessa (sentada), Ieda (Minha mulher), Verônica(Mateus nos braços), Soraya (blusa branca)
Ao lado (janela) Ben-hur e Diego
By Jairo Brat
Nordeste 31/10/2008 - Camboriú / Xangri-la´/ Alvorada 31 de Outubro - ùltimo de dia de viagem / Camboriú / Xangri-la´/ Alvorada
Após a última noite de viagem, começamos a viagem de volta e agradecendo pois podemos conhecer, vários
estados, centenas de cidades e dezenas de pessoas que nos receberam com muita cordialidade.
Saimos de Camboriú/SC, pelas 9horas da manhã e seguimos rumo a Xangri-lá onde o Toco ficaria e eu, Jairo,
seguiria para minha casa em Alvorada/RS, onde meus filhos já me esperavam com muitos beijos e abraços.
foto do hotel em Camboriú/SC Orla marítima
Já na estrada
Chegada em Casa, VITÓRIA!!! Recepção dos meus filhos, Pâmela e Ben-Hur
By Jairo Brat
Nordeste 30/10/2008 - São Roque / Camboriú30 de outubro – quinta feira – São Roque – Balneário Camboriú
Após me despedir dos Duda e Isabel em São Roque, passei no hotel e me encontrei com o Toco. Já é o penúltimo dia da volta. Andamos mais de 600 Km. Nosso objetivo era Curitiba, mas como passamos por Curitiba por volta das 13 horas seguimos viagem. Combinamos que iremos até cansar ou até escurecer. Quando acontecer um deles paramos e ficamos na cidade. Mas não resistimos. Quando passamos por Balneário Camboriú, não estávamos nem cansados, nem tinha escurecido. Assim mesmo paramos. Fizemos a última janta juntos, tomamos as derradeiras cervejas e comemos 5 Kg de sorvete cada uma. Depois tivemos que andar quase 1 hora pela cidade de tanta comida para digerir. Amanhã será o último dia. Até hoje foram 27 dias de estradas, pousadas e motos.
Duda, jairo e Isabel despedida e até a próxima
Fotos de São Roque, cidade de uns 100mil hab., bem agradável
Já na estrada novamente
Rod. Ten. Celestini Américo, estreita com muito verde e bem pavimentada.
Passagem pela cidade de Juquiá
Divisa de São paulo e Paraná
PitStop
Parada de motoclubes rumo ao Rio Grande do Sul
Último pernoite da viagem foi em Camboriú
Jantar e a derradeira ceva
By Jairo Brat
Nordeste 29/10/2008 - Pouso Alegre/São Paulo/São Roque
29 de outubro: quarta-feira – Pouso Alegre / São Paulo / São Roque
Como já era uma viagem de retorno, acordamos cedo e logo após o café já estávamos na estrada. Erramos a entrada da BR-381 e andamos uns 10 Km em direção a Caldas Novas, quando nos demos conta do erro e voltamos. Na direção certa, depois de meia hora de estrada encontramos o caminho obstruído. Tinha ocorrido um acidente, as 5 horas da manhã. Uma camionete que transportava estudantes entrou na traseira de um caminhão e morreram 4 jovens. O motorista nos informou que estava ali parado, desde as 6 horas da manhã e nesse momento já era 9 e 30 min e havia mais de 10 Km de caminhões e automóveis parados. Pensei: se foi o nosso dia. Mas com muita calma fomos andando entre os caminhões, um pouco pelo acostamento, até que encontramos uma estrada de terra que acompanhava a BR-381. Perguntamos a um homem que estava parado na estrada se ele sabia onde ia dar aquela estrada. O mesmo nos informou que a mesma iria sair uns 10 Km adiante, em um posto de gasolina. E este posto, era antes ou depois do acidente. Era depois do acidente. Não acreditamos, descemos o barranco com as motos, pegamos a estrada de terra e 15 min depois estávamos fora do engarrafamento. Dali em diante foram 200 Km até São Paulo, com a Fernão Dias, somente para nós. Mão dupla só nossa. Até São Paulo, quando entramos na Marginal do Tietê. Ali ficamos sabendo o que é andar no tumulto e no trânsito engarrafado da cidade de São Paulo. Um horror, até pegarmos a Castelo Branco, uma via expressa, que nos levou até São Roque, onde fui visitar meus cunhados, Duda e Isabel. Apesar do pouco tempo juntos, matei a saudade. O Toco ficou num hotel no centro da cidade.
A cidade de São Roque/SP, foi colonizada por imigrantes Italianos e Portugueses, que aproveitaram as encostas dos morros e cobriram com vinhedos, mais tarde a cidade acabou sendo conhecida como a cidade do vinho. A mesma é uma cidade pequena e agradável. Há vários pontos turísticos como: Igraja Matriz, Morro do Cruzeiro e Saboó e a antiga Estação Ferroviária, hoje sede da guarda municipal. A apenas 60km de São Paulo, a cidade conta com uma boa estrutura hoteleira, bares, restaurantes e serviços. Servida por duas rodovias, a Raposo Tavares e a Bandeirantes.
Apesar da placa apagada, divisa de Minas e São Paulo
meus cunhados de São Roque, Duda e Isabel
By jairo Brat
Nordeste 28/10/2008 - Ouro Preto / Congonhas / Tiradentes / Pouso Novo
28 de outubro - Terça-feira – Ouro Preto / Congonhas / Tiradentes / Pouso Alegre
Amanheceu chovendo. Para sairmos da pousada, que era uma encosta de quase 90 graus já foi um parto. Visitamos alguns locais da cidade e o Toco me confessou que estava atemorizado dirigindo a moto por aquelas subidas e descidas molhadas e escorregadias. Tive que confessar a ele que também estava com medo. Então, vamos embora e voltamos outro dia a Ouro Preto, de carro. Fomos a Congonhas visitar a basílica com os 12 profetas de Aleijadinho. Me emocionei vendo aquela obra, que estudei e vi inúmeras vezes em fotos, nos meus tempos de estudante.; Foi uma emoção ver tudo aquilo ao vivo. Estava tão contente, que pela primeira vez, entrei numa loja para turista e comprei presente para todos meus parentes, filhos e esposa. O Toco comprou uma camiseta de Congonhas. Saímos de Congonhas, sem nenhuma gota de chuva, desde Ouro Preto e fomos almoçar em Tiradentes. A 12 Km de São João del Rey. Fomos pela estrada dos inconfidentes, que é de pedra irregular, não muito bom para quem anda numa custom como o Toco, e voltamos pelo asfalto. Fomos em direção a Lavras e daí pegamos a Fernão Magalhães, ou BR 381, de mão dupla que liga Belo Horizonte a São Paulo por onde seguimos até atingir Pouso Alegre que foi nossa parada para janta e dormir. Vista da pousada em Ouro Preto Estrada Real Praça principal em Ouro Preto
Fotos tiradas no mirante São Francisco de Paula
Fachada Igreja de S. Fco de Paula
Várias partes da Estrada Real Divisa de Ouro Preto e Ouro branco Estrada Real Rumo a tirandentes pela estrada Real chega a Congonhas do Campo aqui se encontram os 12 profetas (em pedra sabão) de Aleijadinho em Congonhas A frente Jaremias, ao meio na foto Ezequiel e o terceiro(direita da foto) Joel
Isaías Habacuc
vista da praça
Jonas Eu, Jairo Continuando pela estrada Real
Indo para Tiradentes Tiradentes uma cidadezinha muito agradável
Estrada Fernão Dias em Tres Corações a estátua do Rei Pelé
By Jairo Brat
11月1日 Nordeste 27/10/2008 - Teófilo Otoni/Ipatinga/B. Horizonte/Ouro Preto27 de outubro (Segunda-feira) Teófilo Ottoni / Ipatinga / Belo Horizonte / Ouro Preto
Antes de ir para a estrada fomos trocar o óleo das motos. Enquanto ele foi providenciar a parte dele eu fui a concessionária da Honda e nos encontramos na saída da cidade. As 10 horas, já com horário de verão pegamos a estrada rumo a Ipatinga. Poucos quilômetro antes de chegar a Ipatinga aconteceu um lance que vêem se repetindo quase diariamente em nossa viagem. Enquanto abastecíamos as motos, chegou um senhor numa Fiat Strada vermelha e me perguntou de onde éramos. Quando lhe contei de nossa aventura ele ficou encantando. Era o Sr. Ferreira, aposentado, advogado que voltou a trabalhar no jurídico de uma grande empresa de aço. Ficamos conversando e trocando ideias sobre motos um bom tempo. Depois ele disse que nos acompanharia até Ipatinga, onde ele reside. No caminho a moto do Toco teve um problema na ignição e enquanto tentávamos achar uma soluçao chegou mais um morador de Ipatinga e se reuniu ao grupo. Disse que vira nossas motos na beira de estrada e que achava que estávamos necessitando de ajuda e por isso parara com intenção de nos ajudar. Ficamos de papo no trevo de Ipatinga. Depois nos levaram a concessionária a Sundown onde o Toco e a moto foram recebidos com muita cortesia. Quebraram o galho dele consertando a moto (apesar do preço salgado da Sundown), e o Ferreira nos levou a um restaurante chiquérrimo para almoçar. Na hora da despedida convidou-nos a ficar mais um dia em Ipatinga na casa dele, e diante de nossa negativa disse que se um dia nós repetíssemos uma viagem destas era para não esquecer e avisá-lo, que ele iria junto, sem dúvida. Isto tem se repetido quase diariamente. Uma cortesia sem limites e admiração no olhar das pessoas que nos encontram.
De Ipatinga fomos a Belo Horizonte onde só passamos pelo anel rodoviário e fomos direto a Ouro Preto que era o nosso objetivo do dia. Lá na cidade ao ver aquele sobe e desce que não acaba nunca, com pedras irregulares do seculo XVII disse ao Toco: Só espero que não chova por aqui.
O atendimento da Honda de Teófilo Ottoni foi muito bom com preço justo.
A Sundown de Ipatinga nos quebraram o galho, mas o preço.**
**(Veja Outras informações no final da viajem)
Nordeste 26/08/2008 - Canasvieiras a Teófilo Ottoni26 de outubro (Domingo) Canasvieiras a Teófilo Ottoni
Acordamos bem cedo. Cinco e meia já estavamos de pé e seis e meia prontos para viajar. Fomos até a parte antiga da cidade de Canasvieira pra registrar com algumas fotos. A igreja, quase medieval, com o padre usando batina na porta, esperando os fiéis chegarem, enquanto cantos gregorianos eram entoados por um coro de vozes femininas deram um encanto especial a este domingo que anunciava somente estrada, estrada. Seriam 615 Km até Teofilo Ottoni, em Minas Gerais, mais os 130 Km que não conseguimos completar no dia anterior. Canasvieiras é uma cidade que preserva casas antigas da época das grandes riquezas baianas advindas da cana de açúcar. A prefeitura da cidade dá regalias a quem preserva a fachada destes casarões antigos. O que se vê são inúmeras casas do século XVII e XIX muito bem conservadas e pintadas como se fossem novas. A cidade de Canavieiras esta a 110km de Ilhéus, 207 km de Porto Seguro e a 580 km ao sul de Salvador, seguindo a estrada do sol.
O Toco me advertiu que um trecho de estrada seria muito esburacado. Ele tinha passado por ali há 2 anos de carro e a estrada era só buraco Não sabia se haviam consertado ou não, por isso me aconselhava cuidado. Achei que ele estava exagerando. Não andei 100 metros na estrada e caí numa cratera aberta no asfalto. É incrível como um governo deixa 2 anos uma estrada sem conservar ou recuperar um investimento que foi de milhares de reais.
Mas depois de 30 Km chegamos em Santa Luzia na Bahia e a estrada melhorou. Voltamos a BR101 e como esperávamos não tinha muito movimento.Domingo, dia de eleição os caminhões estavam todos na garagem. Abandonamos a 101 e o litoral e fomos em direção do interior do Brasil e de Minas Gerais.Era o meu decimo quarto estado que eu percorreria eo décimoo terceiro do Toco, já que ele não foi ao Ceará, Bem antes do anoitecer, muito cansados devido ao calor infernal que suportamos chegamos a Teófilo Ottoni onde perrnoitamos.
Saída do hotel em Canavieiras A cidade de Canavieira é muito bonita
Os prédios em sua maioria estão pintados e restaurados.
Nem tudo é perfeito, buraco maior que a moto
na Bahia as estrada secundárias são muito boas. E sem pedágios.
É maravilhoso pilotar nestas estradas. um asfalto bem feito, limpas e uma vista ótima.
O RS deveria fazer um curso com os baianos Divisa Bahia e Minas Gerais
A vista de Minas não deixa a desejar, mas as estradas em um modo geral não são tão boas.
By Jairo Brat
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