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6月29日 XT 660 R - Informações 2009
XT 660R 2009 - O primeiro modelo nacional com injeção eletrônica ganha sensor de O2 e nova cor e grafismos.
Chegaram às concessionárias Yamaha a XT 660R versão 2009. O modelo adotou novos grafismos, mais modernos e arrojados, além de novos protetores antiqueimadura nos escapes, sonda lambda e nova cor vermelha. A XT 660R na cor preta tem bolha do anteparo dianteiro na cor cinza e assento bicolor em cinza e preto, enquanto na versão vermelha a bolha é cinza e o assento bicolor nas cores preto e cinza. O display no painel é de cristal líquido, multifuncional. Com uma rápida olhada é possível identificar todas as informações necessárias para a navegação, como velocidade, hodômetro total ou parcial. Também estão disponíveis dados sobre temperatura e estado do motor, piscas, combustível na reserva, luz alta, ponto morto e luz-espia para indicar a ativação do sistema de imobilização. Este último é um dos atrativos: ao tirar a chave da ignição, o sistema entra em ação, bloqueia a partida e só é desativado quando a chave é novamente introduzida.
Na realidade a única mudança na moto foi a colocação da sonda lambada e os novos protetores antiqueimadura no escapes. Visto que grafismo e cor como mudança é só perfumaria. Informação que no passado foi muito usada pelas montadoras quando não tinham nada para mudar. Hoje ela é vendida somente nas cores preto e vermelha, mas creio que poderiam ter deixado o tradicional azul e o amarelo, cores que combinavam muito com a moto. Um abraço, Jairo Bratkowski
Na década de 80, a moda eram as trail, enduro e cross e a indústria aproveitava o embalo. As Yamaha DT 180, XT 600Z Ténéré, XT 600 E, DT 200 R e as Honda XL 250R, XLX 250R, XLX 350R, e NX 4 SAHARA chegavam às ruas. O mercado das esportivas, sport turismo, superesportivas era nulo, pois as importações estavam proibidas. Só depois de 1991, com a reabertura das importações é que vimos as grandes motos japonesas e européias circulando por aqui. Os anos 80 e as trails me marcaram muito, tanto que na garagem conservo duas motos daquele tempo: uma XL 250R e uma XLX 350R. Depois de dois anos testando motos para Duas Rodas, tive o prazer de testar a primeira moto que me remeteu aquela época, a XT660R. Não que seja uma moto antiga e nem desatualizada, pelo contrário, a injeção eletrônica, a refrigeração liquida, painel digital estão ai pra mostrar que a XT está atualizadíssima e muito competente - como você pode acompanhar em nossa viagem-teste.
Nosso primeiro contato com a XT 660 aconteceu em Portugal, em pleno verão europeu no ano passado (DUAS RODAS 345) e alguns meses depois ela chegou ao Brasil custando R$ 23.838,00. Ao contrário das viagens que costumamos fazer, de dois ou quatro dias, muitos quilômetros e etc, a viagem-teste com a XT 660R foi um caso atípico. Nossa revista estava fechada quando na sexta feira conseguimos pegar essa esperada Yamaha. Então, movidos pelo entusiasmo de trazer em primeira mão a você, leitor, mudamos todos os planos, apesar do tempo curto fomos para a estrada e trilhas tirar tudo da XT 660 R.
A nova XT tem um motor completamente novo (refrigeração líquida e injeção eletrônica de combustível) gera 48 cv a 6.000 rpm, apenas 3 cavalos mais forte que o da XT600E. Porém de características completamente diferentes, esse motor lembra muito um motor de uma enduro especial - claro que não é tão forte - mas tem a mesma personalidade, com as vantagens ainda de ter a potência entregue de uma forma não tão radical, a maneabilidade, o torque abundante em toda a faixa de giros são características marcantes na nova XT.
Depois da seção de fotos parti para Joanópolis em busca do asfalto e das curvas na região. O lugar é escolhido pela galera das esportivas e a XT não fez feio, e sendo pilotada no melhor ?estilo supermoto? ela engoliu as curvas com valentia e garantindo muita diversão. Os pneus (90/90 - 21 na dianteira e 130/80 - 17 na traseira) transmitiram muita segurança. Em caso de emergência bastava cravar a mão no manete para estancar a 660 sem desvios de rota, uma frenagem muito segura. O freio passa segurança nas correções de curva e deve ser usado com moderação. Dá para imaginar a versão "X" da XT660 vestida de supermoto, com pneus esportivos....hummm, mas isso fica para um futuro breve.
Consumo
Depois, encaramos terra novamente até Monte Verde (MG). Se a XTR tinha gostado do trecho de serra de asfalto, foi nas estradas de terra onde ela se mostrou realmente à vontade! Era possível ter total controle da moto e manter velocidades mais elevadas, a XTR permitia ainda alguma diversão com derrapagens controladas nas curvas com areia solta! Pura festa!
Chegando em Monte Verde era hora de abastecer. Apesar da tortura durante a seção de fotos e do ritmo forte na viagem, mostrou um consumo bem razoável: 15,8 km/l. Com isso sua autonomia pode chegar aos 225 quilômetros. Em um ritmo mais lento o consumo pode chegar a casa dos 20 km/l.
A Injeção eletrônica, desde o inicio do teste mostrou-se um tanto estranha - em baixa rotação, próximo a marcha lenta, vez ou outra a moto "engasopava" e morria. Quem não se lembra do famoso "Gasp!!" que as XLX fazia e a moto morria? Mas esse parece ser um problema de regulagem nesse modelo pré-serie.
Sorte nossa que a XTR é equipada com partida elétrica, bastando um toque no botão no punho direito e ela voltava a funcionar. No entanto durante todo o teste me pareceu que a moto estava com a mistura um pouco rica ? ou seja ? excesso de combustível. Talvez uma solução adotada pela fabrica nos primeiros modelos, de teste, para evitar super aquecimento. Ou pode ser alguma dificuldade ainda para encontrar o ponto exato da injeção eletrônica para o combustível tupiniquim. Não sei ao certo, mas que ela merecia um ajuste na injeção, isso merecia. Certamente isso a faria andar ainda mais do que já esta andando.
A volta foi por Camanducaia (MG) e na rodovia Fernão Dias, onde, com o motor mais solto, foi possível ver como anda a XTR em estrada aberta. O motor fala alto sendo possível passar dos 170 km/h (velocímetro) com a moto estável, acabou a inconveniente oscilação acima dos 130 km/h que atormentava os donos de XT600E. Forte acelera de 0 a 100 em pouco mais de quatro segundo e oferece aquele soco no estomago e a puxada nos braços, sensações típicas de quando se tem motor forte embaixo do banco. É possível manter a XTR a 130/140 km/h com sobra de motor para ultrapassagens ou aclives. Porém a vibração no guidão aparece depois dos 110 km/h e persiste até os 140 km/h, acima disso desaparece. É uma pena, pois justamente essa faixa de velocidade é a ideal para longas viagens.
Pernalonga
Para minha altura (1,90 m) sua proteção aerodinâmica é ruim, praticamente não existe, e o piloto sofre com o vento acima de 130 km/h. Já os pilotos mais baixos são privilegiados pois a turbulência passa por cima do capacete. Porém na hora de subir e controlar a moto a vantagem volta para a turma dos "pernalongas". Com seu banco quase 88 cm acima do solo, exige um certo malabarismo para manobrar seus 165 kg (a seco). Com combustível, óleo e outros líquidos (em ordem de marcha) passa dos 180 kg.
Para encarar longas viagens ela mereceria marcador de combustível, conta giros, tanque de combustível com maior capacidade além de melhor proteção aerodinâmica. No entanto, na cidade, estradas de curvas, estradas de terra ela fica em casa! Torque abundante e linear (máximo de 6,1 kgf.m a 5.250 rpm), boa distribuição de peso, ciclística impecável, boas suspensões fazem dela uma excelente opção para o dia-a-dia e viagens ? pela estrada ou fora dela.
Evolução
Enquanto estava na Yamaha esperando a chegada da nova XT 660 R, tive a noção que aquele era um momento histórico. Pelo menos para os amantes da linha XT da Yamaha. Quer saber como eles são: fale mal de uma Ténéré ou mesmo da XT 600 E, é motivo de briga feia.
Quando o Marcel Mano, assessor de imprensa da Yamaha, entregou a chave disse "é codificada, não adianta fazer cópia, a parte elétrica funciona mas o motor não liga"... pensei na evolução do modelo que há quase trinta anos tem uma legião de fãs em todo o mundo.
Depois disso bastou ouvir o som da bomba pressurizando o combustível, o painel digital e conferir o enorme radiador (feito pela austríaca KTM) e perceber o quanto essa moto evoluiu. Rodando então nem se fala, o primeiro teste foi saber se acabou a terrível oscilação na traseira acima dos 130 km/h: isso faz parte do passado.
Cicero Lima
Confira abaixo as especificações técnicas da XT 660cc da Yamaha:
Comprimento total: 2.240 mm
Largura total: 845 mm Altura total: 1.230 mm Altura do assento: 865 mm Distância entre eixos: 1.505 mm Altura mínima do solo: 210 mm Peso seco: 165 Kg Raio mínimo de giro: 2,40 m Motor: 4 tempos, SOHC, refrigeração líquida, 4 válvulas Quantidade de cilindros: 1 cilindro Cilindrada usual : 660 cc Diâmetro x curso: 100,0 x 84,0 mm Taxa de compressão: 10,0:1 Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.250 RPM Sistema de partida: Elétrica Sistema de lubrificação: Cárter seco Capacidade do óleo do motor: 2,90 litro Capacidade do tanque de combustível (reserva): 15 litros Alimentação: Injeção Eletrônica Sistema de ignição: ECU Bateria: 12 V x 8 Ah, selada Transmissão primária: Engrenagens Transmissão secundária: Corrente Embreagem: Multidisco banhado a óleo Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante Quadro: Diamond Ângulo de cáster: 27,25º Trail: 107 mm Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54 S Pneu traseiro: 130/80-17 M/C 65 S Freio dianteiro: Disco tipo flutuante de 298 mm de diâmetro, acionamento hidráulico. Freio traseiro: Disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico. Suspensão dianteira: Garfo telescópico, mola e óleo. Suspensão traseira: Braço oscilante, monocross Curso da suspensão dianteira: 225 mm Curso da suspensão traseira: 200 mm Painel de Instrumentos: Velocímetro, hodômetro total, hodômetro parcial e relógio; indicador de: sistema de imobilização, temperatura do motor, nível de combustível baixo, farol alto, pisca, pisca alerta, neutro. Cores: Azul e preta
Fonte: Revista Duas Rodas
6月28日 07- 2º Avent. Estr. do InfernoDesta vez, Eu e Edu, resolvemos fazer mais uma vez a famosa estrada do inferno (BR101, conhecida pelos seus atoleiros), que já não estava tão infernal como a 10 anos atrás. Fomos em um sábado pela manhã com o carro, reboque e motos até Mostardas e dali iriamos até Bojuru, onde conforme a estrada retornariamos ou seguiriamos caminho até são José do Norte.
Chegamos a Mostardas ainda cedo da manhã, pegamos as motos e seguimos pela estrada. Deparamos com melhorias. Incrível que pareça é a BR101, aliás o final da mesma, que começa na cidade de Touros (RN).
Da cidade de Mostardas até Bojuru, havia asfalto. E dali em diante até perto de São José, estrada de areia, ainda bem que havia chovido uns dias antes e a areia estava mais firme, mas sem os atoleiros. Após a estrada só tinha a preparação para asfalto e asfaltio mesmo somente já quase em São José do Norte.
Chegando a São José fizemos um passeio pela cidade e após almoçamos em um restaurante um delicioso peixe.
De São José avistasse do outro lado a cidade de Rio Grande. Mas não atravessamos de balsa, deixamos para uma próxima vez fazer o mesmo caminho e atravessar de barsa e voltar de Rio Grande para Porto Alegre via BR116.
Motos: Nesta época eu foi com a minha DT180/90 e o Edu com DT200R/90.
Trecho entre Tavares e Bojuru
São Jose do Norte (RS)
By Jairo Brat
99 - Cânion Itaimbezinho A cidade de Cambará do Sul, a terra dos cânions, esta aproximadamente a 200km de Porto Alegre, e além de uma cidade pequena e agradável tem na sua região os famosos cânions. Sendo os mais famosos o Itambezinho e Fortaleza, que já foram cenários de propagandas e novelas.
O lugar nos proporciona uma infinidade de opções, que vão desde a comidas e bebidas típicas da região e do estado, tem os passeios aos cânions, trilhas, passeios a cavalo, centro cultural, igreja e muito mais. Vale a pena.
By Jairo Brat
99 - Rally de Regularidade Vip MotosHavia comprado um consórvio da Vip Motos, revenda Honda, e fomos convidados a participar do 1º Rally de regularidade Vip Motos. Aliás primeiro e único, a empresa
que tinha um atendimento muito bom, após algum tempo fechou as portas. Eu tinha um consórcio de uma Sahara, que quando foi sorteado já era a NX-4 Falcon, foi um dos últimos a ser sortiado. ainda bem que não dependo de sorte.
Fomos eu (DT200R/95) e Edu (DT200R/94).
Não ganhamos nada, mas valeu! Esqueçam a bandeira
O Edu sonhando sempre com as custom
By Jairo Brat
6月18日 97 - Estrada do InfernoEra pelo ano de 97, quando resolvemos que faríamos um passeio (indiada) pela estrada do inferno. Quando começamos a organizar este passeio, tinhamos uma idéia de que o nome da estrada que eram de vários kilometros, onde práticamente começava em Mostardas e vai até São José do Norte, seria apenas um passeio. Iríamoscom as motos de reboque até Mostardas e dali até Tavares, apenas um pedaço do lugar.
Posso me orgulhar que sempre o pilheiro sou eu, pois acabo tendo algumas idéias para fazermos estes passeios agradáveis e acabo vendendo a idéia, E o primeiro a comprar a mesma é sempre o velho Edu, digo velho amigo e companheiro. Entraram na aventura o Luizinho e o Marcelo Leite.
Quando estavamos lá e atravesando aquela estrada, pensei com meus "botões", isto aqui não é a estrada do inferno, e sim o próprio inferno. Não sei como pessoas boas que moram lá são tratadas com este descaso pelo governo.
Era Outubro e o frio estava bem forte e havia chovido muito anteriormente. Mas naquela época não sentiamos tanto frio assim.
O passeio foi no sábado e no domingo estamos na casa do Luizinho na praia de Óasis.
Minha moto quase desapareceu no barro Edu patrocinando uma carona a um habitante
Na noite só uma ceva para o relax Pela manhã o café
96 - ItapuãEste passeio foi o segunda a Itapuã, dentro da reserva onde na época ainda era proibido. Na primeira vez fomos Eu, Edu, Luis e Jorge "Saranda"Santos.
Desta vez, Fomos um pouco mais organizados e tivemos a participação no lugar do Jorge"Saranda", o Jorge "Júnior".
Fomos pela beira da lagoa, e onde tinha uma cerca de arrame até dentro do lago, cruzamos quase como submarinos. Neste momento o Edu, deixa a sua
DT200R morrer dentro d'agua. Água tomou conta de motor e tudo mais. Fizemos uma operação de gerra como mostra as fotos abaixo, onde tiramos a vela
e viramos a moto, bombeando o pedal de partida para que a água saísse para fora. Esquentamos a vela e colocamos novamente, após algumas pedaladas
a moto pegou, incrível a moto dois tempos, pois não para por nada. Se fosse um quatro tempos tinha acabado a brincadeira ali mesmo.
A única coisa que o Edu fez na volta a casa, foi trocar o óleo já que o motor estava com água e óleo e limpar os filtro de ar.
Motos: XR200/95, DT200R/94, DT200/93 e DT200R/96
Já no término molhados e secando ao sol
O mais incrível era alem de molhados estavamos sujos e no restaurante da "Vó em Itapuã", nos receberam
como se estivessemos limpinhos. Ecxelentes pessoas.
Um abraço,
Jairo Brat
96 - Passeio a Salinas Beach Este passeio em 96, foi muito legal e inusitado, pois sempre os passeios que fazemos os participantes são: Eu (Jairo), Edu e Luizinho (Luis). Algumas vezes temos mais alguns companheiros como: Marcelo (Marcelo Leite) e o Júnior (Jorge Santos Jr). Mas este passeio foi realmente diferente, não pelo destino que é bem comum entre os gaúchos, mas sim pelos participantes que foram vários, visto que o normal é 3 ou no máximo 4 no grupo.
Segue todos do grupo da esquerda para direita.
Júnior (XR200/Vermelha); Eron (DT180/Branca); Edu (DT200R/Branca), Marcelo (RD350/Preta); Eu (CB450/Vermelha) e Luis (DT200/Preta).
Menção honrosa a Miguel e Pablo, que vieram com o chevete, como carro apoio.
As fotos abaixo foram sequência de fotos do passeio do final de semana, saímos de Poa no sábado de manhã e voltamos de Salinas do domingo a tarde.
Chegada Jairo, Edu, Marcelo, Jr e Pablo
O retorno
Até a próxima história.
Jairo Brat
95 - Zona Rural de Viamão/RSEste passeio foi em 95, pela zona rural da cidade de Viamão/RS. Eu (Agrale 30.0/95), Edu (Dt200r/94) e Luizinho (Dt200/93). Na época não existia foto digital (pelo menos para nós), hoje conseguimos digitaliza-las e até que ficou bom.
Quando olho estas fotos, entre outras no blog, penso quanto feliz sou por ter uma familia maravilhosa e grandes amigos a tanto tempo. Obrigado a Deus.
Edu e Luizinho (Eu tirando a foto) Os dois novamente e Eu? Fotógrafo
Apareci (moto vermelha) e o Edu Bibi, Edu, Luizinho e Eu (Jairo)
Viagem Nordeste IDurante muito tempo, eu e meus amigos motociclistas, sempre que nos encontravamos, falavamos de várias assuntos o que agradava a todos, mas sempre acabava o papo em motos e em sonhos de viagem. Por muito, liamos textos sobre viagens de motos por todos os lugares e sonhavamos em fazer o mesmo. Por diversas vezes fizemos passeios pelo RS e SC, mas viagem de no máximo 700km.
Até que em Outubro/07, bebendo aquela ceva e reunidos, eu faço um convite ao Edu, e digo que venderia minha velha e queriada DT180, a Burgman e A Suzy AG100 e mais alguma grana para comprar uma Falcon, ficaria apenas com a minha Tornado. Nesta época o Edu já havia adquirido uma XT600. Os demais que estavam a mesa, não teriam como acompanhar, pois eram o Miguel que só tem carro, o Luiz que só trabalha e tem uma DT200 e o Marcelo com a DragStar, teria um ritmo muito diferente.
Pensando friamente, já andei com várias motos, mas as boas para viagem são o estilo trail que são mais dinâmicas, não sendo as melhores em nada mas boas em tudo (econômia, conforto, velocidade e baixa manutenção). E eu lhe disse, que tal uma viagem ao nordeste, eu estava muito a fim de fazer a viagem, mas não acreditei que o Edu, mesmo sendo um baita amigo e parceiro aceitasse, ainda mais que a Dona Maria (mulher dele) teria de autorizar. aliás eu já tinha meu visto.
Não quero que esta história seja cansativa, mas sim um sonho para dois amigos e uma fonte de consulta para todos. Segue abaixo o que batizei de Viagem ao Nordeste.
Obs: Importante todos saberem que nesta viagem que deva ser de Poa/RS a Fortaleza/CE, ida/volta, não temos compromisso com horários, lugares, muito menos recordes. A idéia é curtir os lugares e as belezas naturais e históricas.
Viagem ao Nordeste
Roteiro: Porto Alegre/RS a Fortaleza/CE (ida e volta)
Data prevista: 06/10/2008
Duração: 25 dias
Participantes: Edu Santos e Jairo Bratkowski
Novo participante: Juarez "Toco"Pilau (veja mais no Nordeste IV)
Kilometragem estimada: 10.000 km
Principal trajeto: Br101
Período da viagem: 04/10 a 02/11/2008
Motos utilizadas: Yamaha / XT 600 - ano/modelo 2002 (Edu)
Honda / NX-4 Falcon – ano/modelo 2001 (Jairo)
Sundown / VBlade - ano/modelo 2007 (Toco)
Média km/litro: 20 km/lt
Especificações técnicas básica das motos
NX-4 Falcon: Ano 2001 / Peso a seco 151kg / velocidade máxima média 140km/h / capacidade de carga total 155kg / capacidade do tanque 15,3 litros / Óleo do motor 1,7 lts / óleo do motor com troca de filtro de óleo 1,8 lts / sistema elétrico 12v 6 ah / pneus D 90/90-21 T 120/90-17 /.
XT600: Ano 2002 / Peso ordem de marcha 172kg / melocidade máxima média 160km/h / capacidade de carga total 155kg / capacidade do tanque 15 litros / óleo do motor 2,7lts / óleo do motor com troca de filtro de óleo 2,8lts / sistema elétrico 12 v 8ah / pneus D 90/90-21 T 120/90-17 /.
Obs: As duas motos apesar da cilindrada e torque ser bem diferente, a capacidade do tanque de combustive, os pneus e gasto de combustivel são muito parecidos.
Eu prefiro a Falcon por achar mais confortável e ficar mais a mão na utilização. Já o Edu prefere a XT600, pelo porte e força.
By Jairo Brat 6月17日 O Porque do Jairo Brat AdventureA algum tempo iniciei o bog crazyhorse, que era onde eu e Edu, colocariamos as informações de nossa viagem ao nordeste com previsão para Outubro/08, isto estava acontecendo, mas depois de um tempo percebi que o blog estava mais com minha "cara" que o seu propósito inicial.
Foi quanto resolvi criar este novo blog, que é um pouco da minha vida, história de passeios, viagens e minha paixão pelas motos.
Sou motociclista ha 25 anos e espero que seja útil para todos pelo menos de alguma maneira. Seja pelas fotos, pela parte técnica ou pelas histórias.
Em tempo: Agradeço a meu sobrinho e amigo, Julio Trois, sem o qual este blog não existiria.
Um grande abraço,
Jairo Brat
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