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9月15日 Nordeste II - DistânciasPLANEJAMENTO
Distâncias Aproximadas
Porto Alegre/Florianópolis........476 km
Florianópolis/Curitiba..............300 km
Curitiba/São Paulo.................408 km
São Paulo/Santos................... 72 km
Santos/Rio............................501 km
Rio/Vitória.............................521 km
Vitória/Prado-BA.....................612 km
Prado/Porto Seguro.................200 km
Porto Seguro/Ilhéus.................200 km
Ilhéus/Salvador......................462 km
Salvador/Aracajú....................356 km
Aracajú/Maceió.......................294 km
Maceió/Maragogi.....................144 km
Maragogi/Recife......................125 km
Recife/João Pessoa..................120 km
João Pessoa/Natal....................185 km
Natal/Fortaleza........................537 km
Outras distâncias:
Refice/porto de Galinhas........... 60 km
Distâncias
Média 5.370 km (Por Trecho)
Média base DNIT 4.242 km
*Base de informações w.poasite.com.br , Guia Quatro-Todas e DNIT
Paradas
Paradas médias: A cada 150 km ou 2 horas (15 minutos de descanso/abastecimento)
Viajaremos durante o dia, entre 08:00 e 16:00 )Por segurança viagem noturna não será realizada)
Pernoites (Locais)
Curitiba
Santos
Vitória
Prado
Porto Seguro
Ilhéus
Salvador
Aracajú
Maceió
Recife
Porto de Galinhas
João Pessoa
Natal
Fortaleza
Jericoacoara
8月28日 Encontro Motos Imbé-23Set08Encontro de Motos em Imbé
Data 23/08/2008
Organização: Motoclube Viúva Negra
Houve nos dias 23 e 24 de agosto de 2008, o encontro de motos na praia de Imbé. No dia 23/08, fomos eu e a Ieda (minha mulher).
Saimos pela manhã, visitamos a praia e a cidade litorânea. Graças ao clima maravilhoso, fizemos um belo passeio. Ficamos durante o
dia curtindo o local e vimos muita gente chegando com suas motos de todos os tipos. O bom dos eventos é sair um pouco do normal da
semana. Podendo passear, cutir a estrada, ver gente legal e motos de todos os tipos.
Parabéns ao motoclube Viúva Negra.
Motos e peixes não faltaram Os Abutres sempre presentes
Tem gente que não larga o conforto!
By Jairo Brat
8月16日 Mídia-Sobre Motos
8月15日 Mídia - Viagem ao Nordeste dias 04 a 09 Outubro08
08-Passeio a São JerônimoHaviamos combinado que nos dias 09 e 10 de agosto08, haveria eventos em Nova Hartz e São Jerônimo. O Edu sugeriu que fossemos a São Jerônimo, pois achava que estaria legal. Combinamos que iriamos em pela manhã do dia 09/08, para São Jerônimo.
Nos encontramos em frente a Motoryama. Eramos 4 casais, foi bem diferente, pois normalmente nossas mulheres não nos acompanham nestes passeios.
A cidade fundada em 1861, distante aproximadamente 60 km Poa/RS, é uma cidade simples e como a maioria das pequenas cidades do interior, e muito agradevel mas se tem a impressão que parou no tempo. Mas a população é muito simpática e o grupo que estava cordenando o evento foi de uma receptividade muito grande.
Participantes: Jairo e Ieda (Falcon); Edu e Maria (XT600); Marcelo e Fabi (DragStar), Claudio e Nilsa (Shadow)
Abaixo segue algumas fotos.
Eu e Ieda Edu e Maria
Estrada
Na estrada rumo a São Jerônimo Minha Falcon
Edu e Jairo Shadow do Cunha
Edu, Marcelo e Fabi Turma
Mais fotos da turma
Fabi e Marcelo
Sonhando com a DragStar
Um abraço,
Jairo Brat 7月16日 COMPARATIVO HONDA FALCON x YAMAHA LANDERComparativo: Honda Falcon contra Yamaha Lander
A difícil escolha entre o conforto e a economia Para aproveitar a rara ocasião que tive a Yamaha Lander 250 e a última versão da Honda NX 400 Falcon juntas, decidi colocá-las lado a lado para ajudar você a escolher qual das duas ter em sua garagem. Leia e perceba como realmente é difícil decidir entre a economia e o conforto.
A estrada que começa em Camanducaia e termina em Monte Verde (MG) é o cenário ideal para avaliar duas motos de uso misto: trechos de asfalto em mau estado, intercalados com estradas de terra, tudo com muita areia e buracos. A Yamaha XTZ 250 Lander é claramente uma on/off-road, enquanto a Honda NX4 Falcon tem uma certa crise de personalidade - não se decidiu por ser uma fun bike ou on/off-road. Dificilmente seriam concorrentes em outros países, mas no Brasil as opções entre 250 a 500 cc as aproximam do mesmo consumidor. Este comparativo de 1.000 km entre a Lander 250 e Falcon 400 nasceu dos próprios leitores, que nos enviam mensagens perguntando sobre as diferenças entre elas. Em termos de preço, até ficam próximas. São vendidas (em São Paulo) por R$ 10.990 e R$ 13.880 - respectivamente Lander e Falcon - uma diferença de quase 25%. A Falcon foi lançada em setembro 1999, em substituição à NX 350 Sahara, e praticamente não mudou nestes sete anos. Recebeu um impacto da própria Honda, com a chegada da Tornado 250 em 2001, e suas vendas caíram. Mas, com a saída de linha da CB 500 em 2004 as vendas da Falcon ganharam novo impulso. Ela resiste ao tempo e continua em produção. Painel da Falcon Painel da Lander Quanto à mecânica, muitas diferenças. A Falcon tem motor de 397,2 cc quatro tempos derivado da XR 400 de enduro, com quatro válvulas no único cilindro e comando simples no cabeçote. A potência (ou falta de) é uma das grandes queixas desse motor, pois desenvolve 30,6 cv a 6.500 rpm, enquanto sua antecessora Sahara, uma 350, apresentava 31,5 cv a 7.500 rpm. Durante o lançamento da Falcon, a Honda teve uma dura missão: convencer o público de que esta moto era uma opção melhor que a antecessora, a NX 350 Sahara. A Sahara, uma evolução da XLX 350, já existia desde meados dos anos 80 e usava um motor potente, mas ultrapassado em emissões de poluentes. O motor da Falcon não é o 350 da Sahara com aumento de cilindrada: foi derivado da XR 400, uma moto de enduro, sem dúvida modernizado mas mantendo o velho carburador. Para adequá-lo aos níveis de emissões de poluentes e ruído, foi suavizado e ainda recebeu um escape abafado. Mas a Falcon, mesmo com maior cilindrada, chegou com potência menor que a Sahara. Com relação ao desempenho, são parecidas. Na época a assessoria de imprensa da Honda, diante da dura realidade de lançar uma 400 com motor menos potente que uma 350, optou por declarar a potência específica (CV por litro) da Falcon, que é de 77cv/litro. Desavisados, muitos jornalistas – inclusive alguns experientes – entraram na onda e publicaram que a Falcon tinha 77 CV!!! Roda traseira Falcon Roda traseira Lander Na Yamaha o motor de 250 cc, também de um cilindro e quatro tempos, têm duas válvulas e comando simples, e traz a modernidade da injeção eletrônica, que faz os 21 cv parecerem até mais. Além da injeção, tem pistão forjado e tratamento cerâmico no cilindro, para aumentar a durabilidade e reduzir o atrito. O modelo 2007 da Falcon também foi contaminado pela febre laranja da linha Honda. A nova opção de cor (além das tradicionais preta e prata metálicas) tem peças em preto fosco. O estilo já convencional e até sóbrio ainda tem uma legião fiel de fãs. O farol foi tão aceito que pode ser visto em uma infinidade de motos personalizadas. É a "marca registrada" da Falcon e uma das maiores preocupações dos seus donos, afinal não é agradável passar em frente a um desmanche e ver vários faróis de Falcon pendurados, à venda, como se fossem frangos em açougue! A Lander tem um desenho moderno, mais esportivo, e lembra as Yamaha YZF de cross em cores mais comerciais, azul, preta e vermelha (sólidas). Os pára-lamas altos já mostram a proposta fora-de-estrada, enquanto o banco largo representa um alívio nas viagens. E seu farol também começa a ser olhado com admiração pelos donos de outras motos. Podem se preparar para a mania de “farol de Lander” em várias trapizongas motociclísticas por aí.
Um dos detalhes que destaca a diferença entre elas é o painel. Na Falcon o painel é clássico e até lembra um automóvel, com velocímetro e conta-giros analógicos, dois hodômetros (um parcial) e indicador de gasolina. Já na Lander o painel (feio pra caramba!) é totalmente digital com várias funções, mas o conta-giros por barra é difícil de visualizar e controlar as rotações. Tão difícil que pode-se acionar um segundo conta-giros digital por números só para regular a marcha lenta. Porém tem dois hodômetros parciais e relógio. Nossa primeira atitude foi rodar numa larga e imensa estrada, para responder a freqüente pergunta: "como se comportam em viagens?". Não há como negar que o banco mais macio, largo e em dois níveis da Falcon é o grande destaque da moto. Confortável para duas pessoas, permite rodar por horas. Na Lander o banco mais estreito parece confortável até que se sai da Falcon: o contraste é evidente. Para contribuir com o conforto, a Falcon tem guidão apoiado em coxins e as pedaleiras recebem uma "capa" de borracha, diminuindo muito as vibrações. Quem viaja na Lander acaba com as mãos dormentes após algumas horas. Uma dica para quem for rodar exclusivamente em asfalto com a Lander é adaptar uma capa de borracha nas pedaleiras. A posição de pilotagem é parecida, mas na Falcon o piloto fica mais "embutido" com guidão um pouco mais alto e estreito. Na lander, a gente se sente mais alto e com os braços afastados. De fato, a Yamaha tem 875 mm de altura do banco até o solo, enquanto na Honda são 850 mm. Fizemos uma simulação interessante. Rodamos 50 km, sem limite de velocidade, para saber se a diferença de tempo seria grande. A Falcon alcançou 145 km/h no velocímetro (cerca de 135 km/h reais), enquanto a Lander chegou a 132 km/h (em torno de 123 km/h). Acelerando com vontade, a Falcon rodou com o motor entre 6.500 e 7.000 rpm, enquanto a lander ficou entre 7.000 e 8.000 rpm. Ao final dos 50 km, a diferença de tempo foi precisamente de apenas 3 minutos! É o tempo de um semáforo fechado. Em compensação, o consumo da Falcon foi de 21,58 km/litro, enquanto a Lander fez 23,31 km/litro. Em termos de autonomia, a Lander é capaz de rodar em média até 290 km com o tanque de 11 litros e a Falcon, com tanque de 15,3 litros, 320 km (respeitando uma margem de segurança de 10%). Já que o motor maior e mais potente da Falcon não representa uma enorme vantagem no quesito "pressa", fizemos outra experiência: rodamos a .100 km/h constantes nas duas. A Falcon viajava a tranqüilos 5.000 rpm, a Lander atingia 6.000 rpm. Curiosamente, o consumo da Falcon não mudou muito, ficou em 21,35 km/litro, porém a Lander mostrou uma das vantagens da injeção eletrônica: 27,15 km/litro. Importante lembrar que ambas têm cinco marchas. Mas na Lander fica aquela sensação meio chata de o motor (mais barulhento que o da Falcon) constantemente “pedir” uma sexta-marcha. Antes de chegar à estrada de terra entre Camanducaia e Monte Verde, passamos por uma seqüência de curvas de alta velocidade. As duas adotam a mesma receita de suspensão, com bengalas convencionais na frente e monoamortecimento atrás. No entanto, a Falcon se revelou uma boa devoradora de curvas, em parte pela suspensão melhor calibrada e também pelos pneus MT 60 da Pirelli, mais voltados ao uso no asfalto. A Yamaha adota o pneu Metzeler Enduro 3, bom na terra e barulhento demais no asfalto. Finalmente, o campo de provas mais rigoroso: uma sinistra serra repleta de curvas, com piso variando do asfalto à terra sem o menor aviso. Esperávamos um banho da Lander nesse tipo de terreno, mas para surpresa geral a Falcon se comportou de forma mais equilibrada e confortável. A Lander tem suspensões com maior curso na dianteira e na traseira: 240 mm contra 220 mm da Falcon na dianteira, e 220 mm contra 195 mm na traseira. Contudo, a Falcon usa roda traseira de 17 polegadas, o que permite um pneu de perfil mais alto 120/90, enquanto na Lander a roda traseira de 18 polegadas veste um pneu mais baixo, 120/80. Mesmo numa trilha bem travada a Falcon se sentiu mais "em casa", apesar de seus 151 kg (seco) contra os 130 kg da Lander. A falta de chuva ajudou a Falcon, porque o pára-lama dianteiro rente ao pneu poderia ser um tremendo "freio de mão" se a moto pegasse uma lama respeitável. O meu companheiro de viagem Cícero Lima (editor da revista DUAS RODAS) se sentiu mais à vontade na Lander, principalmente na hora de subir uma trilha travada, graças ao menor peso da Yamaha. Apesar de ambas adotarem a mesma receita também nos freios, com discos nas duas rodas, a Yamaha continua com o freio dianteiro "borrachudo", ao passo que na Falcon a frenagem é segura e modulável, mesmo na terra. Essa deficiência do freio dianteiro da Lander vem sendo apontada não apenas por mim desde o lançamento, como também pelos leitores, e ainda não foi melhorada até hoje. Alguns usuários estão adotando o flexível de metal (aeroquip), mas o problema persiste. Talvez seja o caso de testar outras pastilhas. Um dado curioso é que a Lander, apesar do estilo mais off-road, tem a mangueira do freio traseiro passando por baixo da balança e o cilindro mestre muito exposto, enquanto a Falcon, de caráter mais on-road, tem mangueira por cima da balança e cilindro mestre bem protegido. Vai entender esses projetistas do avesso!
Fácil perceber que nas grandes cidades as ruas asfaltadas não significam ausência de buracos. Por isso as motos de uso misto são bastante procuradas. Mesmo com a carenagem de farol, a Falcon tem uma incrível capacidade de esterçamento e se sai bem no trânsito urbano. A Lander tem a vantagem de ser mais alta, permitindo passar com o guidão por cima dos espelhos dos carros. Se por um lado a Falcon tem a vantagem do maior conforto, espírito mais "estradeiro" e maior autonomia, por outro a Lander é mais moderna, conta com a inovadora injeção eletrônica e painel mais completo (a Falcon tem apenas um hodômetro parcial analógico). E a diferença de preço 25% maior da Falcon não se reflete em uma moto 25% melhor. Espera-se que em 2007 a Falcon diga Adeus ao mercado e seja substituída por uma XR Tornado 400 e pela Twister 400, ambas com motor RFVC de 400cc, mas equipado com injeção eletrônica. Só a injeção pode dar vida nova a esse motor. Ou, surpresa maior ainda, a Honda pode criar uma nova Falcon com roda dianteira de 18 polegadas, dentro do conceito motard e marcar um ponto importante no mercado. Vamos esperar outubro chegar para saber o futuro da Falcon. Cores, fichas técnicas e preços nos sites Texto e fotos: Geraldo Tite Simões 9ºSalão de Motos/Poa Puc 2008Neste segundo ano do Salão de Motos no estacionamento coberto da Puc, esteve melhor e mais bem organizado. Já tivemos uma grande melhora na troca do local, pois no DC Navegantes já era muito pequeno.
O salão tem crescido todo ano, há ainda muito a crescer, principalmente se comparar ao de São Paulo. Com o crescimento exponencial das vendas de motos, tem crescido igualmente o seguimento de acessórios e roupas.
As tradicionais marcas Honda, Yamaha e Suzuki, dividiram espaço com as novas marcas chinesas e indianas. A Honda, além das motos já conhecidas, nos trouxe a nova Shadow 750 com inovações entre elas a injeção eletrônica. A Yamaha com a R1 e MT-03. Suzuki com a nova Hayabusa e B-King. E invadiram os espaçoes extras as motos chinesas e indianas: Garini, Sundown, Kasinki, Motor Z (elétricas), etc.
Muito além das motos, acessórios e roupas das mais variadas formas e valores poderam ser vistas e compradas.
Abaixo as Clássicas
By Jairo
Minhas MotosSempre gostei muito de motos, e como qualquer motociclista, com muitas sonhei. Hoje olhando o passado vejo que sou feliz
por ter conquistado parte deste sonhos. Algumas compradas zero outras usadas. Mas todas em muito bom estado.
coloquei abaixo as fotos de cada uma, o modelo e ano de produção. entre parênteses a época que estava comigo)
RX 125/ 82 (usada 85 e 86) Agrale 27.5 / 93-94 (usada 94 e 95)
Agrale 30.0 / 95 (nova 95 e 96)
CB 450DX / 90 (usada 96)
DT 200R / 96 (nova 96 a 98) DT 200R / 96
DT 180 / 94 (usada 2000 a 2003)
NX-4 FALCON / 01 (nova 2001 a 02) NX-4 FALCON / 01
DT 180 / 90 (usada 2003 a 2008) DT 180 / 90
XR-250 TORNADO / 06-07 até Out/09 km final 9.036
SUZUKI ADRESS 100 / 97-98 (usada só 07)
BURGMAN 125 / 2007 (nova comprada em Ago/07 e vendida em fev/08)
FALCON 01 / TORNADO 06-07 / DT180 90
7月5日 Arraial Motoryama-8Jun08A turma da Motoryama, recebeu dezenas de motociclista amigos da casa com um delicioso café da manhã e uma verdadeira festa junina. Acomanhada um sorriso de boas vindas, muitas ofertas e conversa animada.
By Jairo Brat
Fonte das fotos: www.sobremotos.com.br
6月29日 XT 660 R - Informações 2009
XT 660R 2009 - O primeiro modelo nacional com injeção eletrônica ganha sensor de O2 e nova cor e grafismos.
Chegaram às concessionárias Yamaha a XT 660R versão 2009. O modelo adotou novos grafismos, mais modernos e arrojados, além de novos protetores antiqueimadura nos escapes, sonda lambda e nova cor vermelha. A XT 660R na cor preta tem bolha do anteparo dianteiro na cor cinza e assento bicolor em cinza e preto, enquanto na versão vermelha a bolha é cinza e o assento bicolor nas cores preto e cinza. O display no painel é de cristal líquido, multifuncional. Com uma rápida olhada é possível identificar todas as informações necessárias para a navegação, como velocidade, hodômetro total ou parcial. Também estão disponíveis dados sobre temperatura e estado do motor, piscas, combustível na reserva, luz alta, ponto morto e luz-espia para indicar a ativação do sistema de imobilização. Este último é um dos atrativos: ao tirar a chave da ignição, o sistema entra em ação, bloqueia a partida e só é desativado quando a chave é novamente introduzida.
Na realidade a única mudança na moto foi a colocação da sonda lambada e os novos protetores antiqueimadura no escapes. Visto que grafismo e cor como mudança é só perfumaria. Informação que no passado foi muito usada pelas montadoras quando não tinham nada para mudar. Hoje ela é vendida somente nas cores preto e vermelha, mas creio que poderiam ter deixado o tradicional azul e o amarelo, cores que combinavam muito com a moto. Um abraço, Jairo Bratkowski
Na década de 80, a moda eram as trail, enduro e cross e a indústria aproveitava o embalo. As Yamaha DT 180, XT 600Z Ténéré, XT 600 E, DT 200 R e as Honda XL 250R, XLX 250R, XLX 350R, e NX 4 SAHARA chegavam às ruas. O mercado das esportivas, sport turismo, superesportivas era nulo, pois as importações estavam proibidas. Só depois de 1991, com a reabertura das importações é que vimos as grandes motos japonesas e européias circulando por aqui. Os anos 80 e as trails me marcaram muito, tanto que na garagem conservo duas motos daquele tempo: uma XL 250R e uma XLX 350R. Depois de dois anos testando motos para Duas Rodas, tive o prazer de testar a primeira moto que me remeteu aquela época, a XT660R. Não que seja uma moto antiga e nem desatualizada, pelo contrário, a injeção eletrônica, a refrigeração liquida, painel digital estão ai pra mostrar que a XT está atualizadíssima e muito competente - como você pode acompanhar em nossa viagem-teste.
Nosso primeiro contato com a XT 660 aconteceu em Portugal, em pleno verão europeu no ano passado (DUAS RODAS 345) e alguns meses depois ela chegou ao Brasil custando R$ 23.838,00. Ao contrário das viagens que costumamos fazer, de dois ou quatro dias, muitos quilômetros e etc, a viagem-teste com a XT 660R foi um caso atípico. Nossa revista estava fechada quando na sexta feira conseguimos pegar essa esperada Yamaha. Então, movidos pelo entusiasmo de trazer em primeira mão a você, leitor, mudamos todos os planos, apesar do tempo curto fomos para a estrada e trilhas tirar tudo da XT 660 R.
A nova XT tem um motor completamente novo (refrigeração líquida e injeção eletrônica de combustível) gera 48 cv a 6.000 rpm, apenas 3 cavalos mais forte que o da XT600E. Porém de características completamente diferentes, esse motor lembra muito um motor de uma enduro especial - claro que não é tão forte - mas tem a mesma personalidade, com as vantagens ainda de ter a potência entregue de uma forma não tão radical, a maneabilidade, o torque abundante em toda a faixa de giros são características marcantes na nova XT.
Depois da seção de fotos parti para Joanópolis em busca do asfalto e das curvas na região. O lugar é escolhido pela galera das esportivas e a XT não fez feio, e sendo pilotada no melhor ?estilo supermoto? ela engoliu as curvas com valentia e garantindo muita diversão. Os pneus (90/90 - 21 na dianteira e 130/80 - 17 na traseira) transmitiram muita segurança. Em caso de emergência bastava cravar a mão no manete para estancar a 660 sem desvios de rota, uma frenagem muito segura. O freio passa segurança nas correções de curva e deve ser usado com moderação. Dá para imaginar a versão "X" da XT660 vestida de supermoto, com pneus esportivos....hummm, mas isso fica para um futuro breve.
Consumo
Depois, encaramos terra novamente até Monte Verde (MG). Se a XTR tinha gostado do trecho de serra de asfalto, foi nas estradas de terra onde ela se mostrou realmente à vontade! Era possível ter total controle da moto e manter velocidades mais elevadas, a XTR permitia ainda alguma diversão com derrapagens controladas nas curvas com areia solta! Pura festa!
Chegando em Monte Verde era hora de abastecer. Apesar da tortura durante a seção de fotos e do ritmo forte na viagem, mostrou um consumo bem razoável: 15,8 km/l. Com isso sua autonomia pode chegar aos 225 quilômetros. Em um ritmo mais lento o consumo pode chegar a casa dos 20 km/l.
A Injeção eletrônica, desde o inicio do teste mostrou-se um tanto estranha - em baixa rotação, próximo a marcha lenta, vez ou outra a moto "engasopava" e morria. Quem não se lembra do famoso "Gasp!!" que as XLX fazia e a moto morria? Mas esse parece ser um problema de regulagem nesse modelo pré-serie.
Sorte nossa que a XTR é equipada com partida elétrica, bastando um toque no botão no punho direito e ela voltava a funcionar. No entanto durante todo o teste me pareceu que a moto estava com a mistura um pouco rica ? ou seja ? excesso de combustível. Talvez uma solução adotada pela fabrica nos primeiros modelos, de teste, para evitar super aquecimento. Ou pode ser alguma dificuldade ainda para encontrar o ponto exato da injeção eletrônica para o combustível tupiniquim. Não sei ao certo, mas que ela merecia um ajuste na injeção, isso merecia. Certamente isso a faria andar ainda mais do que já esta andando.
A volta foi por Camanducaia (MG) e na rodovia Fernão Dias, onde, com o motor mais solto, foi possível ver como anda a XTR em estrada aberta. O motor fala alto sendo possível passar dos 170 km/h (velocímetro) com a moto estável, acabou a inconveniente oscilação acima dos 130 km/h que atormentava os donos de XT600E. Forte acelera de 0 a 100 em pouco mais de quatro segundo e oferece aquele soco no estomago e a puxada nos braços, sensações típicas de quando se tem motor forte embaixo do banco. É possível manter a XTR a 130/140 km/h com sobra de motor para ultrapassagens ou aclives. Porém a vibração no guidão aparece depois dos 110 km/h e persiste até os 140 km/h, acima disso desaparece. É uma pena, pois justamente essa faixa de velocidade é a ideal para longas viagens.
Pernalonga
Para minha altura (1,90 m) sua proteção aerodinâmica é ruim, praticamente não existe, e o piloto sofre com o vento acima de 130 km/h. Já os pilotos mais baixos são privilegiados pois a turbulência passa por cima do capacete. Porém na hora de subir e controlar a moto a vantagem volta para a turma dos "pernalongas". Com seu banco quase 88 cm acima do solo, exige um certo malabarismo para manobrar seus 165 kg (a seco). Com combustível, óleo e outros líquidos (em ordem de marcha) passa dos 180 kg.
Para encarar longas viagens ela mereceria marcador de combustível, conta giros, tanque de combustível com maior capacidade além de melhor proteção aerodinâmica. No entanto, na cidade, estradas de curvas, estradas de terra ela fica em casa! Torque abundante e linear (máximo de 6,1 kgf.m a 5.250 rpm), boa distribuição de peso, ciclística impecável, boas suspensões fazem dela uma excelente opção para o dia-a-dia e viagens ? pela estrada ou fora dela.
Evolução
Enquanto estava na Yamaha esperando a chegada da nova XT 660 R, tive a noção que aquele era um momento histórico. Pelo menos para os amantes da linha XT da Yamaha. Quer saber como eles são: fale mal de uma Ténéré ou mesmo da XT 600 E, é motivo de briga feia.
Quando o Marcel Mano, assessor de imprensa da Yamaha, entregou a chave disse "é codificada, não adianta fazer cópia, a parte elétrica funciona mas o motor não liga"... pensei na evolução do modelo que há quase trinta anos tem uma legião de fãs em todo o mundo.
Depois disso bastou ouvir o som da bomba pressurizando o combustível, o painel digital e conferir o enorme radiador (feito pela austríaca KTM) e perceber o quanto essa moto evoluiu. Rodando então nem se fala, o primeiro teste foi saber se acabou a terrível oscilação na traseira acima dos 130 km/h: isso faz parte do passado.
Cicero Lima
Confira abaixo as especificações técnicas da XT 660cc da Yamaha:
Comprimento total: 2.240 mm
Largura total: 845 mm Altura total: 1.230 mm Altura do assento: 865 mm Distância entre eixos: 1.505 mm Altura mínima do solo: 210 mm Peso seco: 165 Kg Raio mínimo de giro: 2,40 m Motor: 4 tempos, SOHC, refrigeração líquida, 4 válvulas Quantidade de cilindros: 1 cilindro Cilindrada usual : 660 cc Diâmetro x curso: 100,0 x 84,0 mm Taxa de compressão: 10,0:1 Potência máxima: 48 cv a 6.000 rpm Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.250 RPM Sistema de partida: Elétrica Sistema de lubrificação: Cárter seco Capacidade do óleo do motor: 2,90 litro Capacidade do tanque de combustível (reserva): 15 litros Alimentação: Injeção Eletrônica Sistema de ignição: ECU Bateria: 12 V x 8 Ah, selada Transmissão primária: Engrenagens Transmissão secundária: Corrente Embreagem: Multidisco banhado a óleo Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante Quadro: Diamond Ângulo de cáster: 27,25º Trail: 107 mm Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54 S Pneu traseiro: 130/80-17 M/C 65 S Freio dianteiro: Disco tipo flutuante de 298 mm de diâmetro, acionamento hidráulico. Freio traseiro: Disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico. Suspensão dianteira: Garfo telescópico, mola e óleo. Suspensão traseira: Braço oscilante, monocross Curso da suspensão dianteira: 225 mm Curso da suspensão traseira: 200 mm Painel de Instrumentos: Velocímetro, hodômetro total, hodômetro parcial e relógio; indicador de: sistema de imobilização, temperatura do motor, nível de combustível baixo, farol alto, pisca, pisca alerta, neutro. Cores: Azul e preta
Fonte: Revista Duas Rodas
6月28日 07- 2º Avent. Estr. do InfernoDesta vez, Eu e Edu, resolvemos fazer mais uma vez a famosa estrada do inferno (BR101, conhecida pelos seus atoleiros), que já não estava tão infernal como a 10 anos atrás. Fomos em um sábado pela manhã com o carro, reboque e motos até Mostardas e dali iriamos até Bojuru, onde conforme a estrada retornariamos ou seguiriamos caminho até são José do Norte.
Chegamos a Mostardas ainda cedo da manhã, pegamos as motos e seguimos pela estrada. Deparamos com melhorias. Incrível que pareça é a BR101, aliás o final da mesma, que começa na cidade de Touros (RN).
Da cidade de Mostardas até Bojuru, havia asfalto. E dali em diante até perto de São José, estrada de areia, ainda bem que havia chovido uns dias antes e a areia estava mais firme, mas sem os atoleiros. Após a estrada só tinha a preparação para asfalto e asfaltio mesmo somente já quase em São José do Norte.
Chegando a São José fizemos um passeio pela cidade e após almoçamos em um restaurante um delicioso peixe.
De São José avistasse do outro lado a cidade de Rio Grande. Mas não atravessamos de balsa, deixamos para uma próxima vez fazer o mesmo caminho e atravessar de barsa e voltar de Rio Grande para Porto Alegre via BR116.
Motos: Nesta época eu foi com a minha DT180/90 e o Edu com DT200R/90.
Trecho entre Tavares e Bojuru
São Jose do Norte (RS)
By Jairo Brat
99 - Cânion Itaimbezinho A cidade de Cambará do Sul, a terra dos cânions, esta aproximadamente a 200km de Porto Alegre, e além de uma cidade pequena e agradável tem na sua região os famosos cânions. Sendo os mais famosos o Itambezinho e Fortaleza, que já foram cenários de propagandas e novelas.
O lugar nos proporciona uma infinidade de opções, que vão desde a comidas e bebidas típicas da região e do estado, tem os passeios aos cânions, trilhas, passeios a cavalo, centro cultural, igreja e muito mais. Vale a pena.
By Jairo Brat
99 - Rally de Regularidade Vip MotosHavia comprado um consórvio da Vip Motos, revenda Honda, e fomos convidados a participar do 1º Rally de regularidade Vip Motos. Aliás primeiro e único, a empresa
que tinha um atendimento muito bom, após algum tempo fechou as portas. Eu tinha um consórcio de uma Sahara, que quando foi sorteado já era a NX-4 Falcon, foi um dos últimos a ser sortiado. ainda bem que não dependo de sorte.
Fomos eu (DT200R/95) e Edu (DT200R/94).
Não ganhamos nada, mas valeu! Esqueçam a bandeira
O Edu sonhando sempre com as custom
By Jairo Brat
6月18日 97 - Estrada do InfernoEra pelo ano de 97, quando resolvemos que faríamos um passeio (indiada) pela estrada do inferno. Quando começamos a organizar este passeio, tinhamos uma idéia de que o nome da estrada que eram de vários kilometros, onde práticamente começava em Mostardas e vai até São José do Norte, seria apenas um passeio. Iríamoscom as motos de reboque até Mostardas e dali até Tavares, apenas um pedaço do lugar.
Posso me orgulhar que sempre o pilheiro sou eu, pois acabo tendo algumas idéias para fazermos estes passeios agradáveis e acabo vendendo a idéia, E o primeiro a comprar a mesma é sempre o velho Edu, digo velho amigo e companheiro. Entraram na aventura o Luizinho e o Marcelo Leite.
Quando estavamos lá e atravesando aquela estrada, pensei com meus "botões", isto aqui não é a estrada do inferno, e sim o próprio inferno. Não sei como pessoas boas que moram lá são tratadas com este descaso pelo governo.
Era Outubro e o frio estava bem forte e havia chovido muito anteriormente. Mas naquela época não sentiamos tanto frio assim.
O passeio foi no sábado e no domingo estamos na casa do Luizinho na praia de Óasis.
Minha moto quase desapareceu no barro Edu patrocinando uma carona a um habitante
Na noite só uma ceva para o relax Pela manhã o café
96 - ItapuãEste passeio foi o segunda a Itapuã, dentro da reserva onde na época ainda era proibido. Na primeira vez fomos Eu, Edu, Luis e Jorge "Saranda"Santos.
Desta vez, Fomos um pouco mais organizados e tivemos a participação no lugar do Jorge"Saranda", o Jorge "Júnior".
Fomos pela beira da lagoa, e onde tinha uma cerca de arrame até dentro do lago, cruzamos quase como submarinos. Neste momento o Edu, deixa a sua
DT200R morrer dentro d'agua. Água tomou conta de motor e tudo mais. Fizemos uma operação de gerra como mostra as fotos abaixo, onde tiramos a vela
e viramos a moto, bombeando o pedal de partida para que a água saísse para fora. Esquentamos a vela e colocamos novamente, após algumas pedaladas
a moto pegou, incrível a moto dois tempos, pois não para por nada. Se fosse um quatro tempos tinha acabado a brincadeira ali mesmo.
A única coisa que o Edu fez na volta a casa, foi trocar o óleo já que o motor estava com água e óleo e limpar os filtro de ar.
Motos: XR200/95, DT200R/94, DT200/93 e DT200R/96
Já no término molhados e secando ao sol
O mais incrível era alem de molhados estavamos sujos e no restaurante da "Vó em Itapuã", nos receberam
como se estivessemos limpinhos. Ecxelentes pessoas.
Um abraço,
Jairo Brat
96 - Passeio a Salinas Beach Este passeio em 96, foi muito legal e inusitado, pois sempre os passeios que fazemos os participantes são: Eu (Jairo), Edu e Luizinho (Luis). Algumas vezes temos mais alguns companheiros como: Marcelo (Marcelo Leite) e o Júnior (Jorge Santos Jr). Mas este passeio foi realmente diferente, não pelo destino que é bem comum entre os gaúchos, mas sim pelos participantes que foram vários, visto que o normal é 3 ou no máximo 4 no grupo.
Segue todos do grupo da esquerda para direita.
Júnior (XR200/Vermelha); Eron (DT180/Branca); Edu (DT200R/Branca), Marcelo (RD350/Preta); Eu (CB450/Vermelha) e Luis (DT200/Preta).
Menção honrosa a Miguel e Pablo, que vieram com o chevete, como carro apoio.
As fotos abaixo foram sequência de fotos do passeio do final de semana, saímos de Poa no sábado de manhã e voltamos de Salinas do domingo a tarde.
Chegada Jairo, Edu, Marcelo, Jr e Pablo
O retorno
Até a próxima história.
Jairo Brat
95 - Zona Rural de Viamão/RSEste passeio foi em 95, pela zona rural da cidade de Viamão/RS. Eu (Agrale 30.0/95), Edu (Dt200r/94) e Luizinho (Dt200/93). Na época não existia foto digital (pelo menos para nós), hoje conseguimos digitaliza-las e até que ficou bom.
Quando olho estas fotos, entre outras no blog, penso quanto feliz sou por ter uma familia maravilhosa e grandes amigos a tanto tempo. Obrigado a Deus.
Edu e Luizinho (Eu tirando a foto) Os dois novamente e Eu? Fotógrafo
Apareci (moto vermelha) e o Edu Bibi, Edu, Luizinho e Eu (Jairo)
Viagem Nordeste IDurante muito tempo, eu e meus amigos motociclistas, sempre que nos encontravamos, falavamos de várias assuntos o que agradava a todos, mas sempre acabava o papo em motos e em sonhos de viagem. Por muito, liamos textos sobre viagens de motos por todos os lugares e sonhavamos em fazer o mesmo. Por diversas vezes fizemos passeios pelo RS e SC, mas viagem de no máximo 700km.
Até que em Outubro/07, bebendo aquela ceva e reunidos, eu faço um convite ao Edu, e digo que venderia minha velha e queriada DT180, a Burgman e A Suzy AG100 e mais alguma grana para comprar uma Falcon, ficaria apenas com a minha Tornado. Nesta época o Edu já havia adquirido uma XT600. Os demais que estavam a mesa, não teriam como acompanhar, pois eram o Miguel que só tem carro, o Luiz que só trabalha e tem uma DT200 e o Marcelo com a DragStar, teria um ritmo muito diferente.
Pensando friamente, já andei com várias motos, mas as boas para viagem são o estilo trail que são mais dinâmicas, não sendo as melhores em nada mas boas em tudo (econômia, conforto, velocidade e baixa manutenção). E eu lhe disse, que tal uma viagem ao nordeste, eu estava muito a fim de fazer a viagem, mas não acreditei que o Edu, mesmo sendo um baita amigo e parceiro aceitasse, ainda mais que a Dona Maria (mulher dele) teria de autorizar. aliás eu já tinha meu visto.
Não quero que esta história seja cansativa, mas sim um sonho para dois amigos e uma fonte de consulta para todos. Segue abaixo o que batizei de Viagem ao Nordeste.
Obs: Importante todos saberem que nesta viagem que deva ser de Poa/RS a Fortaleza/CE, ida/volta, não temos compromisso com horários, lugares, muito menos recordes. A idéia é curtir os lugares e as belezas naturais e históricas.
Viagem ao Nordeste
Roteiro: Porto Alegre/RS a Fortaleza/CE (ida e volta)
Data prevista: 06/10/2008
Duração: 25 dias
Participantes: Edu Santos e Jairo Bratkowski
Novo participante: Juarez "Toco"Pilau (veja mais no Nordeste IV)
Kilometragem estimada: 10.000 km
Principal trajeto: Br101
Período da viagem: 04/10 a 02/11/2008
Motos utilizadas: Yamaha / XT 600 - ano/modelo 2002 (Edu)
Honda / NX-4 Falcon – ano/modelo 2001 (Jairo)
Sundown / VBlade - ano/modelo 2007 (Toco)
Média km/litro: 20 km/lt
Especificações técnicas básica das motos
NX-4 Falcon: Ano 2001 / Peso a seco 151kg / velocidade máxima média 140km/h / capacidade de carga total 155kg / capacidade do tanque 15,3 litros / Óleo do motor 1,7 lts / óleo do motor com troca de filtro de óleo 1,8 lts / sistema elétrico 12v 6 ah / pneus D 90/90-21 T 120/90-17 /.
XT600: Ano 2002 / Peso ordem de marcha 172kg / melocidade máxima média 160km/h / capacidade de carga total 155kg / capacidade do tanque 15 litros / óleo do motor 2,7lts / óleo do motor com troca de filtro de óleo 2,8lts / sistema elétrico 12 v 8ah / pneus D 90/90-21 T 120/90-17 /.
Obs: As duas motos apesar da cilindrada e torque ser bem diferente, a capacidade do tanque de combustive, os pneus e gasto de combustivel são muito parecidos.
Eu prefiro a Falcon por achar mais confortável e ficar mais a mão na utilização. Já o Edu prefere a XT600, pelo porte e força.
By Jairo Brat 6月17日 O Porque do Jairo Brat AdventureA algum tempo iniciei o bog crazyhorse, que era onde eu e Edu, colocariamos as informações de nossa viagem ao nordeste com previsão para Outubro/08, isto estava acontecendo, mas depois de um tempo percebi que o blog estava mais com minha "cara" que o seu propósito inicial.
Foi quanto resolvi criar este novo blog, que é um pouco da minha vida, história de passeios, viagens e minha paixão pelas motos.
Sou motociclista ha 25 anos e espero que seja útil para todos pelo menos de alguma maneira. Seja pelas fotos, pela parte técnica ou pelas histórias.
Em tempo: Agradeço a meu sobrinho e amigo, Julio Trois, sem o qual este blog não existiria.
Um grande abraço,
Jairo Brat
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