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October 01 Correndo com Saúde22 de setembro
Correndo com SaúdeComeçei este ano uma nova fase da minha vida. Após 4 anos longe das corridas estou voltando. Sempre estive próximo ao esporte, como amador já fiz várias modalidades, mas a corrida sempre foi o que me atraiu mais. Em 2005, tive que parar completamente com lesão gravíssima no tendão calcanêo (Aquiles). Tudo por causa do over training, algo que senti na pele. Cheguei a aumentar o peso em 25 kg, em parte pelo sedentárismo (não conseguia nem caminhar normalmente) e por digamos comer muito...
Em Janeiro/09, iniciei em uma acadêmia com caminhadas e musculação, principalmente para reforço muscular nos membros inferiores, pois após a lesão e muita fisioterapia, tenho que reforçar a musculatura para poder reiniciar no mundo das corridas.
Em Abril/09, iniciei caminhadas e pequenas corridas e em Julho/09, já estava bem melhor fisicamente. Espero não lesionar novamente, pois tenho feito um bom trabalho de base.
Obs: Em vermelho são os recordes pessoais.
04/10/2009
Estou correndo de 3 a 4 vezes por semana, distâncias de 3 a 10km e tempo médio de 5 min/km. além do treino com pesos(musculação).
06/11/2009
Faz 12 dias que estou com um desconforto na panturilha. Parei 5 dias totalmente de qualquer exercício. Após voltei com musculação e bike indoor.
No dia 28/10, voltei a correr, mas em uma velocidade de 5 a 6min/km, não vou forçar pois ainda não estou 100% e a maratona de revezamento Paquetá dia 15/11/09 esta próxima. Creio que vai ser difícil baixar o meu tempo atual de 10km/ 45'52, mas vamos tentar, até porque o objetivo é chegar a 40min nos 10km. Será bem complicado mas não impossível.
Abaixo Participações em Corridas
2005
16/04/2005 - Rústica Redenção / 8K 00:32:40
14/05/2009 - Rústica Redenção / 10K 00:42:45
29/05/2005 - Rústica de Porto Alegre / 9K 00:36:20 Geral M 165º / 1342
12/06/2005 - Corrida do Carteiro / 10K 00:42:19 Colocação Cat. M 40-44 33º Geral M 265º / 879
2009
15/08/2009 - Rústica Redenção / 8K 00:37:57 Colocação Cat M40-44 3º (Campeonato 1ªProva-2ºEtapa)
23/08/2009 - Corrida Adidas / 5K 00:22:41:80 Colocação Cat M40-44 8º Geral M 108º / 778
30/08/2009 - Circuito Caixa / 10K 00:45:52 Colocação Cat M40-44 14º Geral M 107º/ 388
18/09/2009 - Desafio 24 Horas / 24H Equipe 5º lugar
19/09/2009 - Rústica Redenção / 8K 00:39:39 Colocação Cat M40-44 4º (Campeonato 2ªProva-2ºEtapa)
September 21 Correndo 24 Hs-Colocação FinalCorrendo 24 Horas
Etapa Porto Alegre foi realizado nos dias 18 e 19 de setembro em Porto Alegre, no Barra Shopping.
Individual:
Por Equipes:
By Jairo Brat
August 15 Honda Biz 125 - RelatoA HONDA BIZ125 ES, um grande sucesso da marca e porta de entrada para o mundo motociclístico para milhões de
pessoas.
Esta moto, serve para trabalho e lazer com excelente custo/benefício.
Uma nova motociclista e uma moto. Após muito tempo pensando que nenhum de meus filhos teria, digamos sensibilidade motociclistica, minha filha Pâmela chega a época de maior idade e como é natural resolve tirar a carteira de habilitação, e de carro e moto, isto mesmo moto uma surpresa para mim. Após um tempo em auto e moto-escola, a mesma tira sua carteira e esta pronta a "encarar" o trânsito. Mas será que esta mesmo? Claro que não até porque os teste que são feitos são apenas para passar na prova. e o pior são os para pilotar motos que somente fazem treinamento em um circuíto fechado, longe de qualquer problema e aborecimento, mas a vida real não é bem assim. Bem deixemos de papo e vamos aos dados, isto mesmo aqui começa uma fase de teste e esclarecimento no blog. Compramos uma Honda Biz 125 2009/2010 que será a moto que ela usará.
Teremos 2 "cases", o primeiro é uma motocilcista de primeira viagem e o segundo uma moto nova que disponibilizarei informações sobre a mesma.
No primeiro caso a motocilcista se mostra sem muitos medos sobre pilotagem, isto mostra que além das aulas sobre segurança foram boas, mostra também que como todo jovem gosta de desafios. Já tive esta experiência antes comigo, com meu filho mais velho Ben-Hur e agora com a Pâmela onde faremos os devidos relatos. Alías para mim apesar de ser motociclista a 25 anos nunca tive uma motocicleta deste tipo e pequena fazia muito tempo. Corrrigindo uma CUB. Segunda parte "informações da moto" seguem abaixo.
Quanto a moto
Motos monocilíndrico,OMC, 124.9cc, potência 9.1 a 7500rpm, torque máximo 1.06kgf, transmissão 4 velocidades, sistema de alimentação por injeção eletrônica PGM-FI, sistema de partida elétrica e a pedal.
A Motoneta
Neste lançamento 2009 da Biz com injeção eletrônica 2009, versatilidade e praticidade foram levadas a um patamar superior. A carenagem apresenta um novo gancho que permite o transporte de sacolas e bolsas. Com layout mais moderno, o painel de instrumentos agora conta com luz de advertência da injeção eletrônica. A chave shutter-key (dispositivo de bloqueio da ignição) agora está integrada à chave de ignição, resultando em maior praticidade. O acionador das luzes indicadoras, com sistema push-cancel, garante mais segurança na pilotagem. Pensando no conforto, principalmente em longos trajetos, o formato do assento foi modificado para oferecer mais espaço às pernas do piloto. O pedal de câmbio teve seu desenho alterado para facilitar o engate preciso das marchas e evitar danos ao calçado. O escudo frontal teve sua área ampliada, melhorando a proteção das pernas e pés do piloto e aumentando a sensação de robustez da motoneta. Injeção eletrônica A injeção eletrônica PGM-FI já é utilizado, com sucesso, desde 2003 pela Honda em países. Toda a rede de concessionárias recebeu treinamento e está capacitada a atender o modelo, cuja manutenção é simples e de baixo custo ao consumidor. A Compra
Compramos a mesma a VIAPORTO - HONDA em Porto Alegre/RS, após alguns dias nos foi entregue na concessionária pelo vendedor. Aqui cabe uma resalva. Não é a primeira moto que compro da Honda e nesta loja. Vamos aos pontos positvos e negativos da entrega.
Positivos: Vendedor sempre bem simpático. Me informou sobre detalhes da CUB, documentos e detalhes normais de entrega.
Negativos: Moto entregue apenas montada, o vendedor verificou que o freio dianteiro estava ma ajustado (sem freio), ao sair dali foi abastecer já sabia que tinha um cheiro de combustível(já mormal, horrível mais normal), na ida até o posto constatei que os pneus estavam quase vazios, isto é um absurdo, pois é muito perigoso. Para ter uma idéia a calibragem é somente com o piloto 25 dianteira e 33 traseira, estava 10 o dianteiro e 18 o pneu traseiro. Bem revisada(Será?) Foi bem devagar até em casa 15 km de distância com medo de acontecer algo, nesta altura já não sabia o que poderia contecer. Cheguei ao posto Texaco e abasteci e calibrei os pneus, e aproveitei e dei uma boa olhada para verificar mais alguma coisa.
09 de Outubro de 2009 Km atual: 300.0 A moto tem rodado pouco, pois é utilizada em pequenos trajetos. Estou esperando para fazer um análise novamente da economia de combustível, mas demonstra algo entre 40/50 km por litro. A mesma é muito fácil de pilotar e é excelente para quem esta iniciando no mundo das duas rodas. RECALL HONDA DA BIZ125 2009 Honda convoca proprietários do modelo Biz 125 2009 para recall A Moto Honda da Amazônia convoca os proprietários do modelo Biz 125 2009, com os chassis abaixo relacionados, a comparecerem a uma concessionária Honda a partir de 25 de maio para a substituição do cabo do acelerador de sua motocicleta. Algumas unidades, sob condições específicas de uso, podem apresentar oxidação acentuada neste componente, dificultando a desaceleração do motor, podendo levar à perda do controle da motocicleta e consequente queda. A Honda solicita prévio agendamento com a concessionária de preferência do proprietário. Os endereços e telefones podem ser obtidos pelo telefone 0800 77 05 125 ou no site www.honda.com.br. Destaques Facilidade de pilotagem
Chave anti-furto
Comandos bem a mão
Câmbio bem escalonado (rotativo e preciso)
Economia de combustível (nova faz entre 40/50 por litro na cidade)
Porta objetos em baixo do banco cabe um capacete grande ou algumas compras
O Recall da Honda Biz 125es, foi feito em Setembro/09.
26 de Outubro de 2009
A Biz125es, chega aos 6 meses com 500km. Agendei a revisão na Turbo Moto Honda para 28/10/2009.
28 de Outubro de 2009 (Revisão dos 6 meses/1.000 km)
Apesar de ter comprado a moto na ViaPorto Honda, optei pela revisão na Turbo Moto. Não tem como revisar uma moto, que saiu da cocessionária 0 km com pneus murchos e freios ou melhor sem freios (falta qualidade). Por muito tempo revisei minhas motos na Via Porto Honda e inclusive comprado motos lá, mas depois do fato da entrega, não tenho como voltar lá.
Foi recebido dia 28/10 pelo atendente Rodrigo da oficina Turbo, combinamos de me entregarem a moto a 13horas. Quando cheguei tudo pronto. Moto revisada conforme manual. Obs: Os pneus foram calibrados, óleo trocado e reaperto geral.
KM geral: 540.0 km
Verificação de autonomia
28/10 - Km atual: 553,5 tanque de combustível abastecido
May 16 Moto Honda CB 400 e 450 CB 400 1980
Em uma época onde praticamente só existiam motos pequenas até 180cc, como a CG 125, TT125 e DT 180,125 e 180, é lançada no Brasil a Honda CB 400 que acabou tendo uma legião de faz.
Era uma moto para quem tinha um poder aquisitivo maior, após 4 anos do fechamento das importações, chegava ao mercado nacional uma nova moto de média cilindrada, 400cc, moderna, eficiente e durável. A mesma representava a ascensão sobre as motos de baixa cilindrada.
No início de 1980, vem a informação que seria produzida aqui a CB400, causando euforia no mercado. A moto ´no começo de sua venda era praticamente uma moto importada, tinha pouco indíce de nacionalização. Era uma moto muito confortável, uma estradeira que tinha uma certa esportividade e com um desempenho muito bom.
As vendas iniciaram por meados de 1980, As primeiras CB 400, tinham um porte imponente, linhas modernas, ciclística eficiente e um rodar confortável, apesar de ter guidão baixo para o tipo de moto. A Honda estava certa ao destacar o motor em sua publicidade: além de silencioso, trazia a inovação das três válvulas por cilindro e desenvolvia 40 cv de potência, para um desempenho muito acima das outras nacionais
As linhas bem desenhadas agradavam o olhar. O pára-lama dianteiro, escapamentos e retrovisores cromados, banco largo em dois níveis, suspensões macias, partida elétrica, além de contar com pedal de partida, afogador junto ao painel e um tanque de combustivel de 17 litros e que lhe garantia uma boa autonômia e rodas Comstar, com cinco raios de aço e aro de duralumínio. O guidão baixo impunha uma posição esportiva, embora causasse certo desconforto para longos trajetos. Em baixo do banco encontravasse as ferramentas e uma caixa para documentos.
O quadro era do tipo Diamond, com o motor fazendo parte da estrutura. A roda dianteira tinha 19 polegadas, não a tornava tão ágil e maneável, mas contribuía para o efeito giroscópico (que mantém a moto na vertical quando em movimento) e para amenizar os impactos dos pisos irregulares, tão comuns no Brasil. A suspensão traseira era convencional, com duas molas de constante variável, que se tornavam mais duras no final do curso e dispunham de cinco regulagens de prato. O freio dianteiro utilizava um disco simples, sendo o traseiro a tambor. A Honda CB 400 mostrava-se referência em desempenho. O motor de dois cilindros paralelos a quatro tempos, com refrigeração a ar e dois carburadores de 32 mm, trazia a novidade das três válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento. O comando de válvulas era único, acionado por corrente, e havia duas
árvores de balanceamento para anular vibrações, que cumpriam muito bem seu papel.
Mesmo com um preço elevado perto da outras motos da época, a CB400 foi bem recebida. Em outubro de 1981 surgia a opção da CB 400 II, com pequenas auterações estéticas e acabamento, contando agora com um guidão mais alto e confortável e freio dianteiro a disco duplo, permanecendo o traseiro a tambor. A pintura em dourado conferia-lhe um ar sofisticado. Na linha 1983 as rodas Comstar davam lugar às de seis raios duplos, feitas totalmente em alumínio, e o pára-lama dianteiro vinha na cor da moto.
CB 400 83Maior cilindrada Embora a CB 400 permanecesse líder inconteste em potência e cilindrada no mercado nacional, o aumento de desempenho era uma das novidades da Honda em agosto de 1983. O motor de 395 cm3 passava a 447 cm3 (mediante maior diâmetro dos cilindros), denominando-a CB 450. A potência subia 3 cv, para 43,3 cv, mas o torque passava de 3,2 para 4,3 m.kgf e era atingido em regime mais baixo, 6.500 rpm (antes 8.000 rpm). Para marcar a novidade, a moto era reestilizada e ganhava duas opções de acabamento, Custom e Esporte. Mantendo o tanque e as laterais de mesmo desenho, trazia farol, painel e lanterna traseira de formato retangular, pára-lama, banco e rabeta bem mais modernos, obtendo um resultado bastante bom.
A versão Custom priorizava o conforto, com um guidão ainda mais alto em excesso, para muitos , logotipos em dourado e cromados em profusão, bem ao gosto americano. A bela rabeta tinha a lanterna e a alça de apoio do passageiro bem integradas. Já a Esporte ganhava estilo mais dinâmico e de padrão europeu: pequena carenagem de farol, guidão em duas partes (e ajustável em até 10% para a frente e para trás), motor pintado de preto-fosco e grafismo mais alegre. Modelo Custom 84Ambas traziam novos itens de segurança, pisca-alerta e duas lâmpadas na lanterna traseira. Havia marcador de combustível no novo painel, radiador de óleo, para melhor controle da temperatura do lubrificante, e uma barra estabilizadora ligando os dois lados do garfo, que visava a melhor estabilidade da suspensão dianteira. Exclusivo da Esporte era o freio traseiro a disco, de grande diâmetro.
A CB 400 também era remodelada, ao estilo da 450, sendo mantida por algum tempo -- apelidada de "Tucunaré", em alusão a um peixe da Amazônia. Mas em outubro de 1984 cedia lugar à 450 básica, na verdade a mesma moto com 52 cm3 a mais. Nessa época era anunciada uma potencial concorrente da CB, a Yamaha RD 350 LC, que só chegaria dois anos mais tarde. E circulava a informação de que a própria Honda fabricaria aqui a moderna CBX 750F, o que tiraria a 450 do trono em definitivo. Ambos os lançamentos se concretizavam em 1986, quando a CB era simplificada para se encaixar em um segmento distinto da CBX, evitando uma concorrência interna- de qualquer modo improvável, já que a 750 chegava muito cara e com oferta limitadíssima. Já em março despedia-se a 450 Esporte, tendo sido oferecida em maio e junho a série limitada Nélson Piquet, com as cores preta, branca e amarela do Williams do tricampeão de Fórmula 1. A reestilzação ou adaptações na moto nada disso era viável. A solução era manter apenas o que havia de melhor o motor, robusto e de bom desempenho e reprojetar todo o restante. Até parece mágica. A CB 450 cedeu uma costela ou melhor o motor para dar origem à moderna CBR 450SR em 1989, o motor que recebeu algumas alterações para ganhar 3 cv a mais de potência, passando de 43.3 cv para 46,3 cv a 8.500 rpm. Para conseguir esse acréscimo, foi feita uma preparação nos dutos de admissão e escape, melhorando o fluxo de entrada e saída de combustível e gases queimados. O escapamento do tipo dois-em-um também melhorou o rendimento, deixando a CBR 450SR mais rápida, atingindo velocidade máxima de 175,7 km/h. Obviamente a carenagem integral também contribuiu para a maior velocidade máxima, melhorando a aerodinâmica da moto. Mas as semelhanças entre as duas "CB" param por aí. Toda a ciclística da CBR 450SR é completamente nova, trazendo para o mercado brasileiro algumas soluções inéditas, como o belo quadro em aço, com perfil retangular. Rodas de liga de 17 polegadas e os pneus Pirelli MT 75 formam um conjunto perfeito com a suspensão traseira monoamorlecida Pro-Link. Parecia o fim para a moto que inaugurou a cilindrada média entre as nacionais, mas não foi. A CB 450 DX permanecia em produção, trazendo no logotipo do tanque sua proposta -- Luxury Sport, ou esporte de luxo. E mantendo um público fiel que, longe de pretender raspar os apoios de pés nas curvas, apreciava seu desempenho e conforto na cidade e na estrada. Apenas cores e grafismos mudavam a cada ano, até que a Honda interrompeu sua produção, em 1994. A própria CBR durou apenas um ano a mais.No lugar de ambas vinha, anos depois, a CB 500, desta vez uma moto totalmente nova e não apenas um incremento em cilindrada. O motor tinha refrigeração líquida e desenvolvia 54 cv, o quadro era novo (embora ainda com suspensão traseira de duas molas) e o visual muito atraente, dentro da tendência atual de motos desprovidas de carenagem, com motor à mostra. Mas esta é outra história. April 19 MOTOS CHINESAS - A invasão do ImpérioA um bom tempo e agora de forma cada vez mais forte, atraídas pelo nosso mercado que esta em um crescimento constante há muitos anos, alguns empresários brasileiros e outros chineses, estão trazendo para o Brasil, várias marcas de motos.
Os mesmos estão aproveitando um mercado em plena ascensão e investem milhões de dolares aqui. São motos importadas que chegam as centenas, talvez milhares por dia, onde são montadas em território nacional.
Voltando um pouco no passado, a Kasinski, se não foi a primeira foi uma delas, isto levando em conta não como importação independente mas sim de forma organizada e sistemática.
Em pouco tempo quase não podemos contar o número de empresas que estão instaladas aqui como: Kasinski, Sundown, MVK, Dafra, Traxx, HaoBao e outras tantas motos chinesas que estão vindo através de empresas brasileiras ou chinesas. Muitos tem informado que são motos nacionais e isto não é verdade, pois são apenas montadas aqui, a tecnologia e totalmente chinesa.
Não há como não perceber este crescimento e ainda mais pelo preço que são vendidas. A sua maioria são modelos de baixa cilindrada que atinge diretamente o público de baixa renda e vendidas principalmente no sudeste e nordeste do Brasil.
A Sundown e a Dafra apesar de terem entrado após a Kasinski, já vendem mais que digamos a pioneira em termos de vendas. todas empresas são diferentes aqui, mas os fabricante das motos chinesas se em muitas vezes não são os mesmos, copiam uma das outras com pequenas diferenças. São parecidas e as vezes até iguais com nomes e marcas diferentes, além de uma qualidade não muito boa. Não pelo aspecto estético, mas sim pelo qualidade dos materias empregados. Basta dar uma olhada nas ruas. Veremos parafusos e escapamentos enferrujados, painéis vistosos não que não são precisos, isto quando estão funcionando e botões de comando que muitas vezes quebram com muita facilidade. Isto tudo em motos com menos de 1 ano de uso e com baixa kilometragem. Não existe milagre no preço.
Com estilo e grafismo muitas vezes duvidoso, na maioria das vezes são completas. Partida elétrica, freio a disco, marcador de combustível, rodas de liga leve e cromados são itens comuns.
Produtos chineses, hoje, existem em todos os mercados e produtos, mas um diferencial que podemos perceber é a diferença de qualidade. Podemos perceber que, no caso das motos, a qualidade dos produtos são de primeira, segunda e até terceira. Sendo os de segundo e terceiro nível os mais encontrados.
Deixando de lado o preço que é muito bom e qualidade relativamente baixa. O maior apelo para vendas junto ao público são os famosos que fazem os comerciais. Os futuros compradores acreditam que certa marca é boa pelos famosos que fazem a propaganda, mas não notam que os mesmos estão sendo pagos e bem para isto.
Não digo aqui que são tudo uma porcaria e tem apenas defeitos, mas que a qualidade é pequena isto é.
A algum tempo li em uma revista especializada que as motos japonesas já tiveram a qualidade chinesa, pura ilusão, pois é só olhar as motos honda e yamaha antigas e vemos que com os descontos da tecnologia e dos anos, existem milhares circulando por ai e em bom estado. Além
de podermos lembrar das motos Agrale, que apesar de não serem mais fabricadas e terem tido algum tipo de problema, foram motos bem fortes e com tecnologia de vanguarda para época.
Estou a um bom tempo analisando estas marcas com os olhos de consumidor e posso dizer que se o consumidor não tem pretensão de ter uma moto para muitos anos e que apresente o mínimo de problemas então pode adquirir uma marca destas. Mas caso queira algo superior em qualidade (com o preço compatível), e melhor escolher as marcas tradicionais.
Um abraço,
Jairo Bratkowski
December 12 Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste / by SobreMotos
Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste Segue abaixo link das publicações da minha viagem que foram apresentadas na revista eletrônica SOBRE MOTOS , www.sobremotos.com.br ,(Viagens, Aventuras e Trilhas) Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte VII Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte VI Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte V Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte IV Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte III Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste - Parte II Motociclistas Gaúchos Rumo ao Nordeste Viagem ao Nordeste
December 09 Viagem de Moto FalconHonda Falcon
Antes que você leia o texto abaixo, farei algumas observações quanto a Honda Falcon.
Escolhi a mesma, pois conforme coloquei no planejamento da Viagem ao Nordeste, a moto é muito agradável para pilotar, e confortável e tem a mecânica confiável. E é aqui que é o ponto principal a confiabilidade mecânica da Honda Falcon.
É a segunda que tenho, sendo esta que viajei comprada ano/modelo 2001 usada com 42mil/km, podesse dizer já bem rodada. Comprei assim mesmo, em Fev/2008 para a viagem, pois a mesma tinha a manutenção em dia nas concessionárias Honda, mesmo que muitas vezes haja erros pelos profissionais das "concessionárias" e não só da Honda e não somente de motos, mas não existe perfeição e muitas vezes até má vontade, conforme vou colocar no texto. Mas uma coisa é certa a moto saiu com 45 mil/km e chegando com quase 56 mil/km, são praticamente 11 mil/km.
Não fiquei na não por falha elétrica ou mecânica em nenhum momento. Os únicos detalhes, foram a quebra do cabo do velocimetro e um pneu furado e troca do pneu traseiro por desgaste.
A moto é fenomenal, não é a melhor moto, mas posso dizer que quem viajar com uma ficará muito satisfeito. A mesma além do seu peso, levou o piloto de 97kg, mais aproximadamente 40 quilos de bagagem, sem em nunca reclamar. prova disto e que em velocidades de 100km/h(no velocimetro), mesmo em aclives a mesma mantinha a velocidade sem redução de marchas ou redução na velocidade. Muitos vão dizer que existe a moto x a y que viajam mais rápido, mas fico na dúvida se estas pessoas viajam para conhecer ou para bater recorde. Por isto a viagem com velocidades de até 110km/h, para mim são mais interessantes, pois podesse apreciar por onde se passa.
Se eu pudesse modificar algumas coisas na moto para melhorar ainda mais, elas seriam: Aumento da capacidade cúbica para 500cc e 40 cv, a adoção de uma sexta marcha(melhoraria o over drive) e ainda o aumento para uns 18 litros o tanque de combustível.
A ergonomia, ou seja, a postura do piloto sobre a motocicleta, também é um de seus principais atrativos. Em razão do desenho do tanque e das aletas, o piloto fica bem encaixado na Falcon. O guidão mais alto e estreito oferece ao motociclista fácil pilotagem. Ao centro, um completo painel de instrumentos. O banco macio, largo e em dois níveis faz da moto de uso misto da Honda bastante confortável, já que piloto é garupa podem rodar por muitos quilômetros.
Mecânica e ciclística
A Falcon tem motor monocilíndrico de quatro tempos derivado da XR 400, com quatro válvulas e comando simples no cabeçote (OHC). O propulsor gera 30,6 cv a 6.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 3,51 kgm a 6.000 rpm. Já que o motor é originário de um modelo “puro-sangue”, a Falcon poderia oferecer uma maior cavalaria. Só para comparar, sua antecessora, a Sahara, desenvolvia 31,5 cv a 7.500 rpm. Esta é a principal queixa: a falta de potência. Com um conjunto bastante equilibrado, a Falcon utiliza um chassi do tipo berço semiduplo, que ancora suspensão dianteira de longo curso e da traseira Pro-Link. O sistema de freios é outro destaque. Com disco em ambas as rodas, a dianteira tem cáliper de duplo pistão e pistão simples na traseira. O freio na roda da frente é superdimensionado para a moto. É bastante preciso – mesmo em situações extremas –, porém o motociclista deve ter sensibilidade para acioná-los. O modelo tem rodas dianteira de 21’’ e traseira de 17’’, calçadas com pneus Pirelli MT 60 de uso misto. Impressões de pilotagem Polivalente, a Honda Falcon pode ser utilizada no dia-a-dia e em viagens curtas no final de semana, além de estar pronta para encarar trechos de deslocamento por terra ou até mesmo uma trilha. Em razão de seu porte, a moto passa por obstáculos ou corredores apertados sem dificuldade, já que a altura dos espelhos fica acima da maioria dos retrovisores dos automóveis (exceto utilitários). Para ajudar nas manobras em vias apertadas, a Falcon tem um bom ângulo de esterçamento. Por estradas asfaltadas, a moto tem desempenho compatível com sua proposta, principalmente se rodar a 100/110 km/h. O consumo médio gira em torno de 20 km/l. Em trechos de serra, com curvas fechadas, a Falcon surpreende, já que tem um bom ângulo de inclinação. Para ajudar nessa missão, a moto conta com um bom acerto da suspensão e também pela boa aderência dos pneus Pirelli, de perfil alto (120/90 na traseira e 90/90, na dianteira). Apesar de seus 151 kg (a seco), a moto roda com desenvoltura por estradas de terra. Na trilha, o comportamento desta on/off não deixa a desejar, mas não é seu habitat natural. Com seu espírito de aventura, a Falcon encara muitas adversidades. Até quando não se sabe, já que o mercado brasileiro está cada dia mais exigente e antenado nos principais avanços tecnológicos.A ergonomia, ou seja, a postura do piloto sobre a motocicleta, também é um de seus principais atrativos de venda. Em razão do desenho do tanque e das aletas, o piloto fica bem encaixado na Falcon. O guidão mais alto e estreito oferece ao motociclista fácil pilotagem. Ao centro, um completo painel de instrumentos. O banco macio, largo e em dois níveis faz da moto de uso misto da Honda bastante confortável, já que piloto é garupa podem rodar por muitos quilômetros. FICHA TÉCNICA – Honda NX4 Falcon
By Jairo Brat ..........................................................................................................................................
Abaixo as informações sobre a Falcon NX-4, que você encontra no site da honda em dezembro/08.
Pagina Honda Dez/2008
NX4 FALCON 2008
A NX4 Falcon tem tamanho, agilidade e dirigibilidade para enfrentar percursos urbanos e suspensões que permitem rodar em estradas de terra. Se encaixa na categoria on-off road, e é considerada referência entre as "trail urbanas", ideal para quem busca aventuras e novos caminhos. Uma moto com design moderno e impactante, que marca presença onde estiver. O modelo 2008 traz inovações nas cores e grafismos, transmitindo ainda mais modernidade e diferenciação à motocicleta.
November 02 Nordeste - Alguns Números da Viagem
VIAGEM EM NÚMEROS
Saída da FreeWay/Br-290 45.222,0 km
Chegada em Avorada/RS 55.859,2 km
Total no velocimetro = 10.637,2 km
Incluindo a saída de Alvorada até FreWay/Br-290 ( 20km) e com o velocímetro quebrado ( 140 km)
Total geral percorrido = 10.797,2
Combustível
A média que a Falcon fez na estrada a uma média de 90/100 km/h foi de 20 km/litro
Pneus
Saída com um jugo novo de pneus. Trocado o pneus traseiro em São Roque/SP, com 54.694 km no
velocimetro ou 54.854 Km geral.
Pneu traseiro com piloto+bagagem totalizando 125kg durou 9.500 km
Pneu dianteiro durou a viagem toda e deverá durar até uns 13mil/km (dentro das normas de segurança)
Estados
24 estados percorridos
14 na repetidos(RS/SC/PR/SP/RJ/ES/BA/SE/AL/PE/PB/RN/CE/MG)
Nordeste 01/11/2008 - Festa surpresa Day After - 01/11/2008
Ontem, cheguei a Alvorada/RS, e ao final de minha viagem ao nordeste. e tive uma surpesa, pois minha mulher Ieda, preparou uma festa surpresa com meus sobrinhos e amigos. Fiquei muito feliz, pois além da festa, pude encontrar meus sobrinhos e amigos mais chegados.
Vários sobrinhos e amigos reunidos
Provavelmente futuros motociclistas reunidos
História não faltou para a noite
Pedrinho e Lucas
Soraya, Rei (esquerda) e Fabi (direita) Tio Cunha estava lá
Jorge e Julio (Camisa vermelha da Ferrari)
Vanessa (sentada), Ieda (Minha mulher), Verônica(Mateus nos braços), Soraya (blusa branca)
Ao lado (janela) Ben-hur e Diego
By Jairo Brat
Nordeste 31/10/2008 - Camboriú / Xangri-la´/ Alvorada 31 de Outubro - ùltimo de dia de viagem / Camboriú / Xangri-la´/ Alvorada
Após a última noite de viagem, começamos a viagem de volta e agradecendo pois podemos conhecer, vários
estados, centenas de cidades e dezenas de pessoas que nos receberam com muita cordialidade.
Saimos de Camboriú/SC, pelas 9horas da manhã e seguimos rumo a Xangri-lá onde o Toco ficaria e eu, Jairo,
seguiria para minha casa em Alvorada/RS, onde meus filhos já me esperavam com muitos beijos e abraços.
foto do hotel em Camboriú/SC Orla marítima
Já na estrada
Chegada em Casa, VITÓRIA!!! Recepção dos meus filhos, Pâmela e Ben-Hur
By Jairo Brat
Nordeste 30/10/2008 - São Roque / Camboriú30 de outubro – quinta feira – São Roque – Balneário Camboriú
Após me despedir dos Duda e Isabel em São Roque, passei no hotel e me encontrei com o Toco. Já é o penúltimo dia da volta. Andamos mais de 600 Km. Nosso objetivo era Curitiba, mas como passamos por Curitiba por volta das 13 horas seguimos viagem. Combinamos que iremos até cansar ou até escurecer. Quando acontecer um deles paramos e ficamos na cidade. Mas não resistimos. Quando passamos por Balneário Camboriú, não estávamos nem cansados, nem tinha escurecido. Assim mesmo paramos. Fizemos a última janta juntos, tomamos as derradeiras cervejas e comemos 5 Kg de sorvete cada uma. Depois tivemos que andar quase 1 hora pela cidade de tanta comida para digerir. Amanhã será o último dia. Até hoje foram 27 dias de estradas, pousadas e motos.
Duda, jairo e Isabel despedida e até a próxima
Fotos de São Roque, cidade de uns 100mil hab., bem agradável
Já na estrada novamente
Rod. Ten. Celestini Américo, estreita com muito verde e bem pavimentada.
Passagem pela cidade de Juquiá
Divisa de São paulo e Paraná
PitStop
Parada de motoclubes rumo ao Rio Grande do Sul
Último pernoite da viagem foi em Camboriú
Jantar e a derradeira ceva
By Jairo Brat
Nordeste 29/10/2008 - Pouso Alegre/São Paulo/São Roque
29 de outubro: quarta-feira – Pouso Alegre / São Paulo / São Roque
Como já era uma viagem de retorno, acordamos cedo e logo após o café já estávamos na estrada. Erramos a entrada da BR-381 e andamos uns 10 Km em direção a Caldas Novas, quando nos demos conta do erro e voltamos. Na direção certa, depois de meia hora de estrada encontramos o caminho obstruído. Tinha ocorrido um acidente, as 5 horas da manhã. Uma camionete que transportava estudantes entrou na traseira de um caminhão e morreram 4 jovens. O motorista nos informou que estava ali parado, desde as 6 horas da manhã e nesse momento já era 9 e 30 min e havia mais de 10 Km de caminhões e automóveis parados. Pensei: se foi o nosso dia. Mas com muita calma fomos andando entre os caminhões, um pouco pelo acostamento, até que encontramos uma estrada de terra que acompanhava a BR-381. Perguntamos a um homem que estava parado na estrada se ele sabia onde ia dar aquela estrada. O mesmo nos informou que a mesma iria sair uns 10 Km adiante, em um posto de gasolina. E este posto, era antes ou depois do acidente. Era depois do acidente. Não acreditamos, descemos o barranco com as motos, pegamos a estrada de terra e 15 min depois estávamos fora do engarrafamento. Dali em diante foram 200 Km até São Paulo, com a Fernão Dias, somente para nós. Mão dupla só nossa. Até São Paulo, quando entramos na Marginal do Tietê. Ali ficamos sabendo o que é andar no tumulto e no trânsito engarrafado da cidade de São Paulo. Um horror, até pegarmos a Castelo Branco, uma via expressa, que nos levou até São Roque, onde fui visitar meus cunhados, Duda e Isabel. Apesar do pouco tempo juntos, matei a saudade. O Toco ficou num hotel no centro da cidade.
A cidade de São Roque/SP, foi colonizada por imigrantes Italianos e Portugueses, que aproveitaram as encostas dos morros e cobriram com vinhedos, mais tarde a cidade acabou sendo conhecida como a cidade do vinho. A mesma é uma cidade pequena e agradável. Há vários pontos turísticos como: Igraja Matriz, Morro do Cruzeiro e Saboó e a antiga Estação Ferroviária, hoje sede da guarda municipal. A apenas 60km de São Paulo, a cidade conta com uma boa estrutura hoteleira, bares, restaurantes e serviços. Servida por duas rodovias, a Raposo Tavares e a Bandeirantes.
Apesar da placa apagada, divisa de Minas e São Paulo
meus cunhados de São Roque, Duda e Isabel
By jairo Brat
Nordeste 28/10/2008 - Ouro Preto / Congonhas / Tiradentes / Pouso Novo
28 de outubro - Terça-feira – Ouro Preto / Congonhas / Tiradentes / Pouso Alegre
Amanheceu chovendo. Para sairmos da pousada, que era uma encosta de quase 90 graus já foi um parto. Visitamos alguns locais da cidade e o Toco me confessou que estava atemorizado dirigindo a moto por aquelas subidas e descidas molhadas e escorregadias. Tive que confessar a ele que também estava com medo. Então, vamos embora e voltamos outro dia a Ouro Preto, de carro. Fomos a Congonhas visitar a basílica com os 12 profetas de Aleijadinho. Me emocionei vendo aquela obra, que estudei e vi inúmeras vezes em fotos, nos meus tempos de estudante.; Foi uma emoção ver tudo aquilo ao vivo. Estava tão contente, que pela primeira vez, entrei numa loja para turista e comprei presente para todos meus parentes, filhos e esposa. O Toco comprou uma camiseta de Congonhas. Saímos de Congonhas, sem nenhuma gota de chuva, desde Ouro Preto e fomos almoçar em Tiradentes. A 12 Km de São João del Rey. Fomos pela estrada dos inconfidentes, que é de pedra irregular, não muito bom para quem anda numa custom como o Toco, e voltamos pelo asfalto. Fomos em direção a Lavras e daí pegamos a Fernão Magalhães, ou BR 381, de mão dupla que liga Belo Horizonte a São Paulo por onde seguimos até atingir Pouso Alegre que foi nossa parada para janta e dormir. Vista da pousada em Ouro Preto Estrada Real Praça principal em Ouro Preto
Fotos tiradas no mirante São Francisco de Paula
Fachada Igreja de S. Fco de Paula
Várias partes da Estrada Real Divisa de Ouro Preto e Ouro branco Estrada Real Rumo a tirandentes pela estrada Real chega a Congonhas do Campo aqui se encontram os 12 profetas (em pedra sabão) de Aleijadinho em Congonhas A frente Jaremias, ao meio na foto Ezequiel e o terceiro(direita da foto) Joel
Isaías Habacuc
vista da praça
Jonas Eu, Jairo Continuando pela estrada Real
Indo para Tiradentes Tiradentes uma cidadezinha muito agradável
Estrada Fernão Dias em Tres Corações a estátua do Rei Pelé
By Jairo Brat
November 01 Nordeste 27/10/2008 - Teófilo Otoni/Ipatinga/B. Horizonte/Ouro Preto27 de outubro (Segunda-feira) Teófilo Ottoni / Ipatinga / Belo Horizonte / Ouro Preto
Antes de ir para a estrada fomos trocar o óleo das motos. Enquanto ele foi providenciar a parte dele eu fui a concessionária da Honda e nos encontramos na saída da cidade. As 10 horas, já com horário de verão pegamos a estrada rumo a Ipatinga. Poucos quilômetro antes de chegar a Ipatinga aconteceu um lance que vêem se repetindo quase diariamente em nossa viagem. Enquanto abastecíamos as motos, chegou um senhor numa Fiat Strada vermelha e me perguntou de onde éramos. Quando lhe contei de nossa aventura ele ficou encantando. Era o Sr. Ferreira, aposentado, advogado que voltou a trabalhar no jurídico de uma grande empresa de aço. Ficamos conversando e trocando ideias sobre motos um bom tempo. Depois ele disse que nos acompanharia até Ipatinga, onde ele reside. No caminho a moto do Toco teve um problema na ignição e enquanto tentávamos achar uma soluçao chegou mais um morador de Ipatinga e se reuniu ao grupo. Disse que vira nossas motos na beira de estrada e que achava que estávamos necessitando de ajuda e por isso parara com intenção de nos ajudar. Ficamos de papo no trevo de Ipatinga. Depois nos levaram a concessionária a Sundown onde o Toco e a moto foram recebidos com muita cortesia. Quebraram o galho dele consertando a moto (apesar do preço salgado da Sundown), e o Ferreira nos levou a um restaurante chiquérrimo para almoçar. Na hora da despedida convidou-nos a ficar mais um dia em Ipatinga na casa dele, e diante de nossa negativa disse que se um dia nós repetíssemos uma viagem destas era para não esquecer e avisá-lo, que ele iria junto, sem dúvida. Isto tem se repetido quase diariamente. Uma cortesia sem limites e admiração no olhar das pessoas que nos encontram.
De Ipatinga fomos a Belo Horizonte onde só passamos pelo anel rodoviário e fomos direto a Ouro Preto que era o nosso objetivo do dia. Lá na cidade ao ver aquele sobe e desce que não acaba nunca, com pedras irregulares do seculo XVII disse ao Toco: Só espero que não chova por aqui.
O atendimento da Honda de Teófilo Ottoni foi muito bom com preço justo.
A Sundown de Ipatinga nos quebraram o galho, mas o preço.**
**(Veja Outras informações no final da viajem)
Nordeste 26/08/2008 - Canasvieiras a Teófilo Ottoni26 de outubro (Domingo) Canasvieiras a Teófilo Ottoni
Acordamos bem cedo. Cinco e meia já estavamos de pé e seis e meia prontos para viajar. Fomos até a parte antiga da cidade de Canasvieira pra registrar com algumas fotos. A igreja, quase medieval, com o padre usando batina na porta, esperando os fiéis chegarem, enquanto cantos gregorianos eram entoados por um coro de vozes femininas deram um encanto especial a este domingo que anunciava somente estrada, estrada. Seriam 615 Km até Teofilo Ottoni, em Minas Gerais, mais os 130 Km que não conseguimos completar no dia anterior. Canasvieiras é uma cidade que preserva casas antigas da época das grandes riquezas baianas advindas da cana de açúcar. A prefeitura da cidade dá regalias a quem preserva a fachada destes casarões antigos. O que se vê são inúmeras casas do século XVII e XIX muito bem conservadas e pintadas como se fossem novas. A cidade de Canavieiras esta a 110km de Ilhéus, 207 km de Porto Seguro e a 580 km ao sul de Salvador, seguindo a estrada do sol.
O Toco me advertiu que um trecho de estrada seria muito esburacado. Ele tinha passado por ali há 2 anos de carro e a estrada era só buraco Não sabia se haviam consertado ou não, por isso me aconselhava cuidado. Achei que ele estava exagerando. Não andei 100 metros na estrada e caí numa cratera aberta no asfalto. É incrível como um governo deixa 2 anos uma estrada sem conservar ou recuperar um investimento que foi de milhares de reais.
Mas depois de 30 Km chegamos em Santa Luzia na Bahia e a estrada melhorou. Voltamos a BR101 e como esperávamos não tinha muito movimento.Domingo, dia de eleição os caminhões estavam todos na garagem. Abandonamos a 101 e o litoral e fomos em direção do interior do Brasil e de Minas Gerais.Era o meu decimo quarto estado que eu percorreria eo décimoo terceiro do Toco, já que ele não foi ao Ceará, Bem antes do anoitecer, muito cansados devido ao calor infernal que suportamos chegamos a Teófilo Ottoni onde perrnoitamos.
Saída do hotel em Canavieiras A cidade de Canavieira é muito bonita
Os prédios em sua maioria estão pintados e restaurados.
Nem tudo é perfeito, buraco maior que a moto
na Bahia as estrada secundárias são muito boas. E sem pedágios.
É maravilhoso pilotar nestas estradas. um asfalto bem feito, limpas e uma vista ótima.
O RS deveria fazer um curso com os baianos Divisa Bahia e Minas Gerais
A vista de Minas não deixa a desejar, mas as estradas em um modo geral não são tão boas.
By Jairo Brat
October 28 Nordeste 25/10/2008- Ilha de Itaparica/Itacaré/Ilhéus/Canavieiras25 de outubro - sábado - Ilha de Itaparica - Itacaré - Ilhéus - Canavieiras
Aquela mesma e enfadonha rotina de todos os dias. O despertador toca as 6 horas da manhã. O café começa somente as 7 horas. Como não temos nada para fazer, o negócio e tomar mais um banho de mar, ali no outro lado da rua. Água quente, cálida e transparente. Quando a gente volta do banho de mar, o café já está servido. É tomar outro banho de chuveiro, café, carregar as motos, e ir a outro lugar. Onde hoje? Itacaré, Ilhéus, Canavieiras e Porto Seguro se der tempo. É, mas hoje não deu. Tentamos evitar a 101 e descobrimos com os baianos uma estrada nova em folha que ia da cidade de Camamu até a famosa praia de Itacaré. Era 50 Km de estrada asfaltada nova, e mais uns 15 de estrada batida, boa, e tranquila para as motos. Pegava-se a balsa e pronto. No outro lado do rio a praia de Itacaré. Como não acreditamos mais em informações de nordestinos - são as mais desencontradas possíveis - fomos conferir com outro. Mesmo papo, informação confirmada. E fomos. Os 50 Km de asfalto foram ótimos. Novo em folha, bem sinalizado, sem nenhum buraco. Mas os 15 Km de estrada batida, foi outra história. A média de buraco era 30 por metro quadrado. Buracos os mais diversos possíveis,. Ovalados, redondos, elipses, quadrados, retângulos, todo tipo. Depois alternava-se com um buraco de 1 metro cúbico. 1 metro de largura, 1 de altura e 1 de profundidade. E assim foi por 15 Km; andávamos a média de 10 Km por hora. E o cúmulo da ironia. Ou gozação de baiano. Quando chegamos no povoado onde deveria estar a balsa, tinha uma placa na entrada: " Diminua a velocidade. Ondulações na pista a 100 metros" Diminuir a 5 por hora? Só que a balsa não era no povoado. Tinha mais 10 Km de areial, até chegar ao rio. Nestas alturas o Toco queria saber quem era o prefeito, que ia pedir a cassação dele, ou dar dar uma surra, ou até a eliminação sumária foi cogitada por ele. Argumentei: " Já andamos 15 Km horríveis. Agora não dá para voltar, e vamos nestes 10 Km que faltam até a balsa." Andamos uns 3 Km e aí começou a areia na estrada. Montes, toneladas de areia, espalhadas pela estrada. Aliás a estrada era só areia. Eu com a minha Falcon estava em casa, me divertindo, mas o Toco com uma Custom suava e praguejava para se manter em pé andando. De repente ele sumiu de minha vista. Andei uns metros e vi a moto dele caída e o Toco embaixo dela preso pelo pé direito. Fui até lá preocupado, e perguntei como ele estava, se tinha machucado a perna ou o pé. Ele respondeu que estava tudo bem, só não conseguia sair debaixo da moto porque estava preso pelo pé. Aí me veio uma idéia maluca na cabeça:" Vou dizer a ele, que já que ele está bem, não aconteceu nada, ele espera um pouquinho, que vou até a moto buscar a máquina fotográfica, para tirar uma foto dele naquela posição". Mas depois pensei. Na fúria que o Toco está, amaldioçando prefeito e toda classe política da Bahia, ele é capaz de invés de brigar com o prefeito vai querer brigar é comigo mesmo. Então, desisti da foto. Mas que seria a foto da viagem, seria. Depois conseguimos chegar até a balsa, sem o Toco cair nenhuma vez mais, embora tenha ido uma ou 2x de encontro a cerca e chegar em Itacaré. O Toco havia me dito que não gostara de Itacaré. Eu também não achei grande coisa. É local para jovem. Seguimos viagem, agora em estrada impecável, a BA-01, passando por povoados e cruzando uma exuberante mata atlântica até Ilhéus. Cruzamos direto Ilhéus, que já estivéramos na vinda, porque queríamos chegar a Porto Seguro. Como não daria mais tempo para isso, pois iria escurecer antes, perguntamos a um baiano qual a distância de Ilhéus a Canavieiras, pois então passaríamos a noite lá. O Toco tem um primo que é dono do Hotel Atlantic na praia e me disse que valeria a pena conhecer a cidade. Então, perguntamos a um baiano: " Qual a distância daqui de Ilhéus a Canavieiras" - 60 Km respondeu ele. Quatro horas da tarde, daria tranquilo para chegar antes das 5 horas e 45 min, quando começa a escurecer. Quando tínhamos andado uns 35 Km, encontramos uma placa na estrada: CANASVIEIRA 96 KM. Chegamos de noite, com o Toco amaldiçoando os baianos e suas informações. A noite formos jantar na parte antiga da cidade, que é bonita e muito bem preservada. Mas é história para amanhã.
By Jairo Brat
Nordeste 24/10/200824 de outubro - sexta-feira - Aracaju / Salvador / Ilha de Itaparica
Saímos de Aracaju pela praia de Atalaia, onde estávamos hospedados, e seguimos pela orla do estado de Sergipe; voltamos a BR 101, onde andamos uns 50 quilômetros e entramos novamente na orla do estado da Bahia pela Estrada Verde com destino a Salvador. Uma viagem tranquila, sem movimento algum, estradas boas. A exceção é sempre a BR-101 que tem um movimento muito grande.Chegamos em Salvador pelas 3 horas da tarde depois de 370 Km. Andamos de moto pela cidade, visitamos o Mercado Público, e depois fomos ao cais do porto pegar o Ferry-Boat para a ilha de Itaparica, que era o destino do dia. Após meia hora de espera para a saída do FerryBoat e 45 min para a travessia, chegamos a ilha antes do anoitecer. Enquanto eu fui tomar banho de mar o Toco foi dar a caminhada diária dele. Nossa pousada Mares,era na Ponta de Areia, o local mais bonito e badalado da ilha, e a beira mar. Fomos muito brm atendidos pelo pessoal da pousada e principalmente por Germano Dias, o responsável. A noite enquanto eu preparava as fotos e matérias para mandar pela internet, me divertia ouvindo o Toco falando italiano com 2 italianas que estavam hospedadas na pousada. Parece que conseguiam se entender. Depois dormir.
Neste dia e nos demais, estou colocando as fotos (algumas) na ordem. No final ainda colocarei mais alguns dados.
Ao fundo praia de Atalaia/Aracaju-Sergipe
Mais uma travesia de balsa, agora em Sergipe
O Toco no marketing
Aproveitamente 100%
Avenida beira-mar em Salvador (sequencia até o mercado modelo e o ferry)
Jairo na chegada ao local do elevador Lacerda, cartão postal de Salvador/BA
Mercado Modelo (internamente)
Ferry de Salvador a Itaparica (estamos voltando)
Que estresse.
Na pousada em Itaparica/BA
Tem gente que mora ai. E no RS reclamam
By Jairo Brat
October 26 Nordeste 23/10/2008 - Francês a AracajuNordeste 23 de outubro - Praia do Francês a Aracaju
Nossa programação era sair bem cedo da Praia do Francês e ir até o Pontal do Peba, para dali por 20 Km andar na beira mar, na areia, e chegar a Foz do Rio São Francisco antes de iniciar a maré alta. Mas não deu, porque olhando no jornal, constatamos que a maré baixa seria as 4 horas e 30 min da madrugada; como não deu para fazer este passeio, ficamos no Francês e tomamos mais um banho de mar quente, limpo e calmo. Hoje a praia do Francês é uma das praias mais badaladas de Alagoas, na enseada é possível mergulhar, passear de barco, banana-boat e até ultra-leve. Existem diversas palhoças com petiscos, frutos do mar etc. Após o café da manhã na pousada fomos para a estrada. Até Penedo, pela orla da praia, onde atravessamos o Rio São Francisco de balsa, e depois de 30 Km em estrada estadual, sem movimento algum, caímos na 101 com seus inúmeros e intermináveis caminhões causando uma confusão enorme. Mas depois de 50 Km, saímos dela e fomos até Aracaju, novamente por estrada estadual, sem movimento. As 14 já estávamos em Aracaju, almoçamos e enquanto eu ia a uma conssecionária Honda para trocar a aâmara do meu pneu traseiro, que estava vazando demais, o Toco providenciava uma pousada. Arrumou uma de 50 pila a diária, na beira da praia do Atalaia e com internet e tudo. Dica de uma caxiense, dona do restaurante onde almoçamos e que mora ha 2 anos em Aracaju. Como estávamos na praia mais badalada da cidade e no local mais central da praia, jantamos ao lado da pousada que era cercada por restaurantes. Depois dormir e se preparar para outro dia na estrada. O destino de amanhã, dia 24 é a Ilha de Itaparica, depois de passar por Salvador e ir de Ferryboat até a ilha.
Pousada na Praia do Francês Sensacional!!!
Um banho de mar antes da estrada
Vista do mirante da praia do Gunga Mirante praia do Gunga
Travessia de balsa em Penedo Só alegria O comandante verificando tudo Chegando a Aracaju
A cidade é um uma doideira
Byu Jairo Brat
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